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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Quatro Teorias sobre Sonhos...

1ª Teoria: Sonhos poderiam ser o reviver de emoções passadas em outras vidas, emoções que viriam junto de imagens desta vida.

Se existissem mundos paralelos, mundos nos quais os fatos históricos não foram necessariamente idênticos aos do nosso mundo, teriam as reencarnações que se darem sempre na mesma "linha temporal"?
Por exemplo: no nosso mundo, entre os anos de 1580 e 1640, Portugal se juntou à Espanha, e depois se separou novamente. Imaginemos, agora, um mundo paralelo no qual Portugal não se separou da Espanha, e o Brasil acabou sendo colonizado por esta "Grande Espanha", absorvendo progressivamente os costumes e a língua espanhola. Não poderia alguém que outrora viveu neste Brasil colonizado pela "Grande Espanha" reencarnar no nosso mundo (no qual o Brasil foi colonizado por Portugal)? E, assim, ter sonhos com elementos do Brasil "hispânico" no qual ele viveu na sua vida anterior?
Em alguns casos em que alguém descreve um local de uma pretensa vida passada, não poderiam ser os erros devidos ao fato de se estar lembrando determinado local como era numa linha temporal paralela? 
Se alguém fala de uma vida passada dando, digamos, cinco detalhes corretos e três incorretos do local descrito - pode ser porque, no mundo paralelo em que ela viveu, todos os oito detalhes são corretos. Por exemplo, o colégio que nunca existiu no nosso mundo existiu de fato no mundo paralelo, e similar ao nosso, no qual ela viveu anteriormente... 
Assim, da mesma forma, se eu sonho que estou no Rio de Janeiro, no ano de 1910, mas tudo é tão totalmente diferente de como era no "nosso" Rio de 1910, pode ser simplesmente porque estou sonhando com o Rio de Janeiro antigo de uma "Terra 2", e não como o Rio de Janeiro antigo da nossa "Terra 1"...
2ª Teoria: Nos sonhos poderíamos "sintonizar" mundos paralelos que realmente existem. 
Muitas vezes tive sonhos com o tema "Planeta dos Macacos" (a série de filmes de Ficção Científica, que vi pela primeira vez ainda criança). Um dos sonhos, de tão intenso, me deixou impressionado. A ênfase do sonho era emocional, não visual, portanto há pouco para ser descrito. Mas o sonho se passava num deserto, numa zona realmente arrasada, sem nada além de poeira e rochas. E neles estavam Zaius e Urko (os dois personagens símios mais importantes no segundo filme da série original).
O sonho era tão incrivelmente real que me fez pensar: (a) o mundo de Planeta dos Macacos, conforme o dos filmes de cinema, não pode existir ou vir a existir em nenhum mundo paralelo. Há muitas incongruências na história; (b) por outro lado, os mundos com os quais sonho são tão reais que eles devem existir em algum plano. Como compatibilizar isso? Vejamos uma teoria fascinante que faria algumas pessoas acharem que estou maluco:
Em algum universo paralelo, existiu ou existirá um mundo onde a civilização será destruída por uma guerra nuclear, onde os macacos evoluirão e dois dos líderes serão um orangotango chamado Zaius e um gorila chamado Urko.
Através de sonhos, eu visito este mundo. Mas outras pessoas também poderiam sonhar com este mundo.  E se uma dessas pessoas fosse quem escreveu o livro que inspirou a série do cinema?  É claro que ele não se lembraria de tudo - como eu também não me lembro! Ele saberia que houve uma guerra nuclear, que há um orangotango chamado Zaius e que há um gorila chamado Urko. O resto teria que ser inventado e imaginado - que o ano é 3955, que há uma Dra. Zira, que houve uma peste que matou cães e gatos,  que os macacos se rebelaram antes da guerra nuclear, etc...
Em resumo, meus sonhos não seriam inspirados na série de cinema. A série de cinema é que teria sido inspirada pelo mesmo universo paralelo com o qual eu tão frequentemente sonho.
O fato de eu ter ficado fascinado com a série fez com quem, dentre inúmeros mundos e universos paralelos, e entre inúmeras épocas, minha mente tenha maior propensão a "sintonizar" aquele mundo paralelo em particular... Entre "n" mundo paralelos, e "n" épocas destes mundos, minha mente tende a "sintonizar" com mais frequência alguns, tal como a tua mente sintonizaria com mais frequência outros, mais a ver com os temas que mais te fascinam.
Mesmo assim, apenas alguns dos meus sonhos "planeta dos macacos" seriam visitas reais. Outros já seriam apenas sonhos mesmo: misturas de lembranças de visitas reais com todo o processo tradicional de sonho do meu subconsciente...
3ª Teoria: Sonhos poderiam ser uma opção de viver o que os nossos outros "Eus" estão vivendo em mundos paralelos.
 Tenho sonhos demais passados em alguns "mundos" em particular. Por exemplo, o mundo em que levei alguns dos pombos de Brasília para o Rio, e os soltei na casa de minha avó, e alimento estes pombos. Ou o mundo parcialmente destruído pela guerra, mas já em paz, no qual sou estudante numa cidade com boa parte dos prédios parcialmente destruídos... Mundos que se repetem mais vezes do que seria de se esperar, mundos por demais familiares, mundos nos quais eu sou sempre o mesmo, em termos de personalidade... É como se, de vez em quando, eu entrasse na mente daquele meu "eu" adolescente que vive naquela agradável cidade que está semidestruída, mas que tem tanta paz e calor humano... Um "eu" que talvez existisse em algum universo paralelo...
  Mesmo que estes sonhos fossem só imaginação, não me impediriam de falar do conceito de "existências saltadas": O fato de nós dormirmos umas 8 horas por dia, e só "existirmos" de fato nas restantes 16h por dia não impede que percebamos nossa própria existência como "contínua" - apesar dos períodos em que sonhamos e dos períodos em que estamos inconscientes na fase de sono sem sonhos, nossa vida parece contínua. Concorda?
  Se o "Augusto" do "mundo pós-guerra" só existisse durante, digamos, meia hora por noite, a cada 30 noites... mesmo assim, não poderia este Augusto se perceber como "contínuo", sentir como contínuos os sonhos em que ele existe, ser de certa forma tão "real" como pessoa quanto a minha versão acordada (que existe 16 horas por dia) é?
4ª Teoria: Uma hipótese fantástica sobre o que poderia acontecer depois de morrermos...

Teorias sobre Sonhos. 4ª Teoria

Conforme dito no texto anterior, poderiam existir "inúmeros" "Eus" vivendo em "n" mundos alternativos (paralelos) ao nosso... "Eus" cuja vida eu viveria, por alguns momentos, em alguns de meus sonhos. 
Assim, o "Augusto" daquele mundo que referi em outro texto (um mundo destruído pela guerra, mas atualmente um mundo lindo e pacífico) seria um "Augusto" tão real quanto este que está escrevendo este texto agora...
A hipótese que escrevo a seguir é uma hipótese bem "maluca" sobre algo que poderia acontecer depois que morremos:
Hoje à noite posso sonhar, por exemplo, que sou o Augusto daquele mundo pós-guerra - vamos chamar este mundo de, digamos, "Terra 23", que seria uma das muitas Terras paralelas à nossa (a nossa eu poderia chamar de "Terra 1"). O "Augusto" que vive nessa "Terra 23" poderia, então, ser chamado de "Augusto 23".
O fato é que se, por meia hora, durante um sonho, eu pensar que sou o "Augusto 23", e agir como ele, tendo inclusive as recordações dele, isso não me impedirá de ser ao mesmo tempo eu (o Augusto 1) sonhando deitado na minha cama...
Se, num certo dia, eu morresse subitamente (num acidente, por exemplo), poderia ser que a partir desse momento eu passasse a viver sempre a vida do Augusto 23... Não por aquela meia hora a cada 6 meses na qual eu sonho estar na "Terra 23", mas todas as horas do dia, pelo resto da vida dele...
Como? Da mesma forma que ao deitarmos e dormirmos, de uma hora para outra nos vemos sonhando com situações completamente diferentes da nossa vida cotidiana (sem sequer lembrarmos da nossa vida acordada), ao morrermos poderia acontecer algo similar: de uma hora para outra estarmos em uma vida diferente, sem lembrar dessa - como se estivéssemos em um sonho extremamente longo que durasse não dias, mas anos... Captou a ideia?
Isso implicaria, talvez, numa sutil mudança deste "Augusto 23"... que passaria a ser um pouco mais como o "Augusto 1" durante todas as horas por dia, todos os dias, e não apenas durante aquela meia hora a cada 6 meses no qual o "Augusto 1" sonha estar na "Terra 23"...
Porém, e se fosse o contrário? E se o "Augusto 23" morresse hoje? Ele poderia passar a ser parte de mim... a viver a minha vida, a minha consciência... não apenas sonhando com nosso mundo (que chamei de “Terra 1”) de vez em quando, mas vivendo-o todas as horas do dia...
E aí eu, o Augusto 1, talvez mudasse sutilmente de personalidade... sem entender por que... sem entender que agora eu sou um pouco do "Augusto 23" o tempo todo...
Talvez em alguns momentos os outros "Augustos", de outras Terras,  estejam sonhando em mim... sonhando a minha vida... vendo em sonhos deles o meu "mundo real"... para depois lembrarem de um sonho onde - que incrível, dirão eles ao acordarem - a capital do Brasil é "Brasília" ("uma cidade fantástica inaugurada em abril de 1960") e não o Rio de Janeiro, como no mundo deles...
Assim, tem-se mais uma alternativa para a pergunta "o que acontece depois da morte?". Você pode passar a ser permanentemente uma das outras versões de si mesmo com as quais sonha..

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

OS 12 TITÃS, BY GILMARA FRANÇA



Uma das partes que mais me fascinam na história é a mitologia grecoromana, não pelo fato da adoração politeísta mas pela riqueza incubida nos mitos e crenças em Deuses, Semideuses e suas relações com mortais, então minhas postagem de hoje é dedicada aos 12Titãs primeiras divindidades que causaram explicaram fabulozamente o surgimento da vida e das populações.

Divindades Primordiais

A união de Urano e Gaia é responsável inicialmente pela origem dos Titãs e Titânias, forças violentas que povoam o mundo, destacando-se Têmis, a justiça, Tétis, a alma do mar, Oceano, Mnemósine, a memória e Cronos, o tempo.
Os outros filhos de Urano e Gaia são os Cíclopes e os Hecatônquios, criaturas indomáveis, obrigadas pelo pai a viver no interior da terra, sem ver o luz do dia.
A prisão dos filhos assim como a fecundidade contínua imposta por Urano, é rersponsável pelo sofrimento de Gaia, que conspira contra ele. Cronos foi o único filho que aceitou ajudar a mãe a eliminar seu sofrimento. Armado de uma foice, luta contra o pai, domina-o e corta seus testículos, impedindo dessa maneira que continue a fecundar Gaia. O sêmen expelido fecunda a terra e o mar, de onde nasce Afrodite, a deusa do amor e da beleza. Destronado Urano, o poder agora pertence a Cronos, senhor do tempo, que devora tudo: seres, momentos, destinos. Devora também os próprios filhos. Unido a sua irmã Réia, gera muitos filhos, porém devora a todos, para que não lhe tomem o reino como ele mesmo fez com o pai. Apenas um escapa: ZEUS.


Quem são os titãs da mitologia grega?

São 12 deuses que, segundo a mitologia, nasceram no início dos tempos. Eles eram os ancestrais dos futuros deuses olímpicos (como Zeus, Afrodite, Apolo...) e também dos próprios mortais. Os titãs nasceram da união entre Urano, que representava o Céu, e Gaia, que seria a Terra. "Os titãs eram seres híbridos, nenhum era humano por completo e todos tinham o poder de se transformar em animais", afirma a historiadora Renata Cardoso Beleboni, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), especialista em mitologia. O poeta grego Hesíodo, que viveu no século 7 a.C., foi um dos principais autores da Antiguidade a narrar o surgimento dos titãs, numa obra clássica chamada Teogonia. Esse e outros textos épicos contam que tais seres mitológicos ajudaram na formação do mundo.
É que, no início dos tempos, Urano fazia seguidos filhos em Gaia, mas, como não se afastava dela, seus descendentes, entre eles os titãs, permaneciam presos no ventre da mãe. Insatisfeita com a situação, Gaia incentivou um de seus filhos, o titã chamado Crono, a decepar os órgãos genitais de Urano, fazendo com que este se afastasse dela. Essa metáfora mitológica é uma original maneira de explicar a separação entre o Céu e a Terra, que teria permitido o início da vida. Mas não foram só as iniciativas heróicas que marcaram os titãs. Após mutilar e derrotar Urano, Crono reinou e tornou-se um pai terrível para seus filhos (leia no quadro ao lado). O poder dele e de outros titãs sobre o mundo só acabou após eles terem sido derrotados por Zeus, o futuro chefe dos deuses olímpicos, numa sangrenta guerra chamada titanomaquia.

O terrível Crono O mais famoso dos 12 titãs engolia os próprios filhos O mais importante titã, e também o mais jovem, costumava ser representado com uma foice na mão, com a qual teria mutilado seu pai, Urano. Crono se uniu a uma de suas irmãs, Réia, com quem teve vários filhos. Como tinha medo de que os descendentes desafiassem seu poder sobre o mundo, ele engolia todos os seus filhos. Mas um deles, Zeus, contou com a ajuda da mãe para escapar desse destino trágico. Após crescer e se tornar forte, Zeus decidiu resgatar seus irmãos, dando uma poção para o pai que fez este vomitar todos os filhos engolidos. Com a ajuda dos irmãos, Zeus derrotou Crono e outros titãs numa grande batalha e passou a ser o grande chefe de todos os deuses gregos. Crono e seus aliados foram presos para sempre no Tártaro, o mundo subterrâneo para onde iam os mortos.

O resto da turma Da união entre o Céu e a Terra nasceram os outros 11 deuses OCEANO
Era o titã mais velho, representado por um grande rio que corria em volta de toda a Terra (então considerada plana), demarcando suas fronteiras. Oceano teria gerado todos os rios, riachos e fontes existentes
CEOS
Um titã obscuro, que tem importância apenas na construção da árvore genealógica dos deuses gregos, principalmente por ter sido avô de Apolo (deus das profecias, da medicina e da música) e de Ártemis (deusa da caça e da vida selvagem)
CRIO
Outro titã secundário, sem grande destaque na mitologia grega. Os textos lendários revelam apenas que Crio se casou com Euríbia, sua meia-irmã - filha de Gaia com Ponto, outra divindade que representava o mar
HIPÉRION
Era, provavelmente, uma divindade de origem pré-helênica, que acabou absorvida pela mitologia grega, aparecendo como um dos 12 titãs. Hipérion era identificado com as forças solares
JÁPETO
É importante na mitologia por causa de alguns de seus filhos. Um deles foi Atlas, que enfrentou Zeus na titanomaquia e, ao ser derrotado, recebeu como castigo a missão de carregar o mundo nas costas. Outro foi Prometeu, criador dos mortais
TÉTIS
Em alguns textos épicos, essa titã aparece como a deusa da fertilidade, simbolizando a capacidade geradora e fecundante das águas. Também, não é para menos: de sua união com o irmão Oceano nasceram milhares de filhos
FEBE
Conhecida como "a luminosa", ela se uniu ao irmão Ceos e teve uma filha chamada Letó, que seria um dos amores de Zeus e daria à luz dois importantes deuses gregos: Apolo e Ártemis
TÊMIS
Deusa da justiça e da sabedoria, ela foi a segunda esposa de Zeus. Segundo alguns textos mitológicos, Têmis inventou os oráculos e os rituais religiosos. Antes do surgimento de Apolo, ela era chamada também de deusa das profecias
TÉIA
Por ter se unido ao irmão Hipérion, também costuma ser identificada como uma divindade solar. Téia teve três filhos: Hélio (que seria o próprio Sol), Selene (a Lua) e Éos (a aurora)
MNEMÓSINE
A deusa da memória foi a quinta esposa de Zeus e mais uma das tias titãs que ele escolheu com quem procriar. Dessa união nasceram as nove Musas, deusas da literatura e das artes - como poesia, música e dança
RÉIA
Essa titã era irmã e mulher de Crono, a quem conseguiu enganar, evitando que seu filho Zeus fosse engolido por ele. Quando Zeus nasceu, Réia deu uma pedra para Crono engolir no lugar do recém-nascido. Ela foi mãe também de outros deuses, como Poseidon (deus do mar) e Hades (rei do mundo subterrâneo)
IRMÃOS DE OLHO GRANDE...
Além dos 12 titãs, Urano e Gaia tiveram três filhos chamados ciclopes. Eles eram gigantes, com só um olho na face, que lutaram ao lado de Zeus na guerra contra Crono. Os relâmpagos usados por Zeus na batalha foram forjados por eles
...E DE MUITAS CABEÇAS
Um outro trio monstruoso foi gerado por Urano e Gaia: os hecatonquiros, seres com 100 braços e 50 cabeças. Os textos épicos divergem. Em alguns, eles são aliados de Crono; em outros, de Zeus.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

SIR LAURENCE GARDNER Santo graal





Entrevista concedida ao Jornal Infinito

Sir Laurence Gardner, Kt, St Gm, KCD é conhecido, internacionalmente, como sendo um dos grandes genealogistas da atualidade. Retém títulos que, para nós, brasileiros, não revelam a enorme importância que a tradição européia lhes dá. Pedimos a ele uma entrevista a respeito dos seus livros históricos e também referentes à "Linhagem Sagrada - a Linhagem de Judah e do Santo Graal". Gentilmente, Sir Frances nos enviou três apostilas de uma conferência sua, feita em Sydney - Austrália e também gravada em vídeo. Lá estavam, descritas em detalhes, as respostas que lhe pedimos e que vamos resumir aqui.
O assunto é polêmico, explosivo e gera debates. Mais uma vez, afirmamos a nossa imparcialidade. Estamos cumprindo com o direito e a obrigação de oferecermos noticiário importante, para os leitores brasileiros, aos quais nossa mídia, infelizmente, não faz quaisquer menções. Estes assuntos, entretanto, são conhecidos, debatidos, apresentados no rádio e na TV, em seriados.
Para o povo europeu e americano, estes assuntos já são sobejamente conhecidos, analisados e debatidos.

Sir Laurence, como surgiram os seus livros sobre História Antiga e a "Linhagem do Santo Graal"?
Sir Laurence: Eu não tinha a intenção de escrevê-los. Eles aconteceram...
Conte como isto "aconteceu".
Sir Laurence: Há mais ou menos dez anos atrás, trinta e três famílias da alta nobreza européia, me encarregaram de colocar em ordem as suas genealogias (árvores genealógicas). Eram documentos muito antigos, guardados nos seus cofres e bibliotecas, havia um que dizia - aberto pela última vez em 1732. - De repente, comecei a notar que estas famílias formavam a base de um triângulo cujo vértice era um só: a "Casa de Judah" e a sua descendência até aquelas famílias. Eu os convoquei e lhes disse: "Vocês não sabem o que encontrei", e eles responderam, "Todos nós já sabíamos que você iria encontrar", então gritei: "Não, não e não" e eles revidaram com um "Sim, sim, sim nós lhe pedimos que organizasse estes papéis para que o mundo, lá fora, tomasse conhecimento dos fatos e... fizemos isto por você!" E assim surgiu o primeiro livro: "Bloodline of the Saint Grail" - "A Linhagem do Santo Graal" (sem tradução, ainda, para o português).



Sir Laurence, o que significa ser um "Desposyni"?
Sir Laurence: Durante a Revolta Judaica, as tropas românicas destruíram documentos genealógicos, por ordem superior, temendo os representantes da Dinastia de David, da "Casa de Judah". Africanus escreveu: - "Algumas pessoas prudentes e previdentes ocultaram os seus documentos, por se orgulharem das suas origens aristocráticas" - e Africanus os denominou "Desposyni", palavra grega para "Herdeiros do Senhor ou do MESTRE". Eusébius confirma Africanus, - "Os Desposyni" eram os mestres das suas seitas seguindo, estritamente, disposições dinásticas". - Por razões óbvias, posteriormente, foram perseguidos como "proscritos". A sua saga é a saga da "Linhagem Sagrada" - A Linhagem do Santo Graal". Este conhecimento é considerado "material herético", por quê? Porque a "Herança Messiânica" foi esquecida no favor de uma sucessão alternativa do tipo "self styled". Entretanto, esta é a história contada nos documentos de Mary Stuart - rainha da Escócia e nos do Rei James II da Inglaterra: é só consultá-los, não são secretos.
Por quê os "Desposyni" não protestaram?
Sir Laurence: Eles o fizeram, procuraram a igreja de Roma e pediram que o poder espiritual lhes fosse legado, legado às "Igrejas Nazarenas de Jesus Cristo" e não centralizado em Roma. Foram rechaçados.
Qual era a mensagem da "Igreja Nazarena", a "Igreja de Jesus Cristo"?
Sir Laurence: Serviço - Servir ao próximo com humildade e amor: não foi isto o que Ele realmente pregou, sendo "rei dos Judeus", descendente de David e da "Casa de Judah"? Pregou e provou dando exemplos, como aquele de lavar os pés dos seus discípulos, Jesus queria demonstrar o - Serviço e a Humildade- verdadeiros. Jesus era NAZARENO, não porque tivesse residido em Nazareth (naquela época inexistente) mas porque pertencia a seita NAZARENA - NAZAREU ou NAZARITE, cujo lema é o Serviço Abnegado: TODOS UM.



Quando se iniciou a "Linhagem Sagrada", simbolizada pela Vinha e pelo cálice do Santo Graal?
Sir Laurence: Iniciou-se com David de Bethlem, descendente de Abraão, casado com a filha de Saúl, tornando-se no "Rei de Judah". No ano de 1048 a.C. ele anexou Israel à metade da Palestina (herança da sua esposa) tornando-se no "Rei dos Judeus". A "Linhagem Sagrada" começa neste ponto.
Como o senhor situa Jesus nesta Linhagem?
Sir Laurence: De acordo com "Hebreus" 7:14, Jesus pertencia à Tribo de Judah, e era descendente do rei David. E Jesus perpetuou esta linhagem com o seu sangue, de forma simbólica, depositado no cálice: o cálice do "Sang Rèal", mais tarde evoluindo de "Sang Rèal", para "Sangraal" e finalmente: Santo Graal. O cálice do Santo Graal, verdadeiramente, é o simbolismo do útero de Maria Madalena, casada com Jesus e mãe dos seus três filhos: Jesus - Justus, Damaris (Tamaris - Palmeira) e Joseph, nascido na Provença - francesa, naquela época a Gália Imperial de Herodes Agrippa II: esta é a "Criança do Santo Graal"! Com Joseph, nasceu a "Linhagem Sagrada do Santo Graal" na Europa. Seus irmãos, como era o costume e a "Vida de Maria", mãe de Jesus (Apocryphos), nos narra fato semelhante, estavam entregues a um Monastério na Cesarea, para receberem educação condigna.



Sir Frances, nos deixe tomar fôlego. Como o senhor prova estes fatos explosivos e ... talvez "heréticos"?
Sir Frances: Com os documentos das genealogias de trinta e três famílias nobres européias, onde se encontram sobrenomes históricos - Stuart, Walles, Dinastia Merovíngea (na França), Stewart, na Escócia e ... e com o Novo Testamento, nos seus códigos, nos documentos antigos que vieram à tona: Nag Hammadi, Qumran, Apocryphos, em outros documentos encontrados recentemente. Por exemplo: esta evidência, a do "casamento de Jesus e Madalena", foi suprimida do Evangelho de Marcos pelo bispo Clemente de Alexandria (150-215 A.D.) um dos primeiros primazes da igreja cristã. Clemente de Alexandria escreve uma carta para o seu colega Teodoro, contando que mandara apagar o episódio da Ressurreição de Lázaro (na realidade: Simão Magus-Zelote), porque o evangelista deixara, claramente explícito, que Jesus e Madalena eram marido e mulher. Esta carta foi descoberta, acidentalmente, no ano de 1958 pelo Professor Morton Smith, professor de "História Antiga" da Universidade de Columbia - Estados Unidos, dentro de um livro de "Santo Inácio de Antióquia", encontrado no Monastério de MAR SABA - éste de Jerusalém, num manuscrito do Patriarca Ecumênico de Constantinopla quem transcreveu a tal carta. A carta é longa, nos seus livros encontra-se na íntegra, vamos resumi-la. Clemente de Alexandria diz que mandou suprimir esta parte do Evangelho de Marcos, porque não estava de acordo com as disposições da igreja e termina com uma instrução oficial,. Para serem guardados secretamente textos específicos do Evangelho de Marcos. - "Nem todas as verdades são para serem ditas à humanidade". - (sic) Clemente de Alexandria (150-215 d.C.)
Mas João relatou este episódio.
Sir Laurence: Por alto, sem explicar os detalhes do que sucedia, o que Marcos fez. João não deu conhecimento dos "ritos do Casamento" naquela época. Só quem estuda e pesquisa, profundamente os costumes vigentes nesta ou naquela civilização ou daquele povo, como o fez a Dra. Thiering, teóloga australiana (Universidade de Sydney), respeitada e admirada por seus colegas e por eles sempre citada, nos livros que escreveram sobre os "Manuscritos Qumran". A Dra. Thiering estudou os CÓDIGOS e COSTUMES dos essênios, durante vinte e cinco anos, tornando a tarefa dos tradutores mais fácil, pela compreensão do que os essênios, realmente, estavam dizendo com os seus códigos. Este códigos estão no Novo Testamento e sempre causaram muita confusão e infidelidade nas traduções.



Como era o ritual do casamento na lei judaica nos tempos de Jesus e da "era Messiânica"
Sir Laurence: O ritual do casamento constituía-se em duas partes: na primeira, o noivado - As Bodas de Caná, possivelmente - devido ao ritual de "vinho ou água", conforme o status dos convivas. Jesus inovou este procedimento nas "Bodas de Caná", oferecendo o vinho a todos (existe aí um CÓDIGO, destes que a Dra. Thiering estudou). Adiante: "as Unções" (Messias quer dizer: ungido), feitas em Jesus por Maria Madalena, definem a 1ª e a 2ª parte do casamento. Todos os reis davídicos e grãos sacerdotes eram Messias, Jesus não foi o único. Os leitores do I século estavam familiarizados com estes rituais e sabiam das suas divisões, referente à sacralidade do casamento de um herdeiro dinástico. No "Cântico dos Cânticos" de Salomão, Velho Testamento, temos a "Unção Matrimonial do Rei", e é definido que o óleo a ser usado pela esposa é o "óleo do Nardo", caríssimo, retirado de uma raiz oleosa dos Himalaias. Aprendemos que esta Unção dever ser feita enquanto o marido/rei está sentado à mesa. No Novo Testamento, Madalena usa o óleo do nardo para ungir Jesus, sentado á mesa. Depois, outro rito: Maria Madalena chora, na primeira parte do casamento e seca os pés de Jesus com os seus cabelos. Todos estes detalhes eram os rituais, presentes na união matrimonial de um herdeiro dinástico.



As outras unções de Jesus foram feitas por homens e o óleo usado era o de oliva, misturado com cinamomo e outras especiarias, jamais poderia ter sido usado, como não aconteceu, o óleo do nardo, prerrogativa da "noiva messiânica". Rememorando: 1ª parte - unção, conforme descrita por Lucas. 2ª parte - unção, como relatada por Mateus, Marcos e João - a confirmação ou feitura do contrato matrimonial. Outros detalhes: entre a primeira e a Segunda etapa, segundo Flavius Josephos na "Antigüidade dos Judeus", a lei judaica explicitava que a segunda parte da cerimônia não poderia ser conduzida enquanto a noiva não engravidasse e não estivesse com três meses de gravidez. Estas exigências eram dirigidas aos herdeiros dinásticos que deveriam, expressamente, perpetuarem a sua linhagem. A lei deveria protegê-los contra o casamento com uma mulher estéril. A "Unção" da 2ª parte, quando a "noiva messiânica" já estava grávida de, pelo menos, três meses, era feita como se, simbolicamente, o seu noivo estivesse para ser enterrado. Isto os Evangelhos confirmam. As noivas, neste dia, penduravam o frasco do nardo no seu pescoço, e o frasco ali permanecia enquanto o marido fosse vivo, pois nesta unção o casamento já estaria sacramentado. Ela só usaria do nardo outra vez, para ungir o esposo no seu sepultamento. Foi isto o que Madalena foi fazer no Sábado, após a Crucifixão. A igreja passou por cima destes fatos, mas Fra Angélico um grande pintor e monge dominicano renascentista sabia destes rituais e louvando a união de Jesus e Maria Madalena, pintou Jesus coroando Madalena (séc. 15). - " Onde este Evangelho for pregado, em volta de todo o mundo, o que ela fez deverá ser narrado em sua memória". Palavras de Jesus.
A igreja reduziu Maria Madalena, a "Noiva Messiânica", a "Sacerdotiza" e "Princesa" da Igreja Nazarena, "Primeira Dama" da Igreja de Jesus, à categoria de prostituta. Madalena, em verdade, era a "Filha de Jairo", do Novo Testamento.



O senhor explica o "Livro do Apocalipse" (Revelação) da forma como nos ensinaram, regularmente, a entendê-lo?
Sir Laurence: Este é o "Livro da Revelação" (Apocalipse) mas com as explicações confusas que nos dão dos seus textos, seria melhor que o chamassem de : Livro da Profecia ou Livro do Aviso: por quê "Revelação"? Porque João, o Divino, revela a história de Madalena e do filho de Jesus, o primogênito: Jesus - Justus, nos "Sete Portentos" - A Mulher e o Dragão. A descrição da mulher é a descrição da sacerdotiza - nazarena Maria Madalena:..."vestida de sol, tinha a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça. E estando pejada com as dores do parto que a atormentavam... um grande Dragão vermelho... a fim de tragar ao seu filho... E deu à luz um filho varão... e a mulher fugiu para o deserto... E o Dragão começou a perseguir a mulher que tinha dado à luz um filho macho... e o Dragão virá para guerrear com os remanescentes da sua semente... que tem o testemunho de Jesus Cristo". (Versão: da Bíblia do rei James. Autorizada - Oxford Edition).
Como surgiu a "Linhagem do Graal" No ocidente, na Europa?
Sir Laurence: O exílio de Maria Madalena, também, é contado no "Livro da Revelação". Conta como os romanos a perseguiam (e ela estava grávida pela 3ª vez) e aos seus herdeiros, na ausência de Jesus. Pedro e Paulo não a ampararam. Tinham ojeriza pelas mulheres e Pedro, principalmente, tinha ciúmes de Madalena e da distinção que Jesus lhe conferia. Nag Hammadi conta este fato e o confirma. Madalena pediu ao filho de Herodes Agrippa II por socorro. Ele era um jovem de dezessete anos e simpatizava com a Igreja Nazarena. Ele a mandou para a Gália (França, hoje) que pertencia ao Império Romano. O seu nome era Paulo e filho de Herodes - Agrippa II. Maria deu à luz Joseph, na Provença, e há referências deste fato no Novo Testamento (Atos 12;24) "A palavra de Deus cresceu e multiplicou".
A Dra. BarbaraThiering baseou os seus 25 anos de estudo sobre a decifração dos códigos, nos comentários do Velho Testamento. Estes comentários detém os segredos do Pesharim (as rotas para as decifrações vitais) produzidos pelos escribas de Qumran: Verbo ou Palavra = Jesus Cristo. (word of God). A "linhagem do Santo Graal" na Europa, iniciou-se assim, com Joseph. A outra parte desta linhagem, provém de José de Arimathéia, IRMÃO de Jesus - outra longa história relatada nos meus livros.
Quem era Maria Madalena?
Maria Madalena é intensamente venerada na Europa, ela morreu na Provença em 63 A.D. aos 63 anos de idade. Madalena era a "Filha de Jairo" que Jesus curou - 17 A.D. Ai entra outro código: Jesus revelou a sua religião à Maria e ela despertou do sono de morte, do estado da ignorância espiritual (Barbara Thiering).
A "Vida de Maria Madalena" - Raban Maar (776-856) arcebispo de Mayence, e abade de Fuld, inspirou a fundação do "Magdalen College", de Oxford, no ano de 1400.
Sir Frances, quais são os princípios que regem o "Santo Graal" e a sua "Linhagem Sagrada"?
Sir Laurence: Liberdade, igualdade e fraternidade adotado pela Revolução Francesa. A Dinastia Merovíngea, reis do Santo Graal, jamais foram governantes, apenas, como Jesus ensinou, eles foram os guardiães dos seus reinos, O código do Graal reconhece o avanço através do mérito e preserva as estruturas da comunidade acima de tudo, é extremamente democrático. Quando compreendido nas suas dimensões físicas e espirituais, o Graal pertence aos seus líderes e aos seus seguidores. O Graal, como Jesus, pertence à terra à Evolução, requer que todos sejam UM, no Serviço comum e unificado. Seu mote: "TODOS UM" (all as one).



As ordens do Graal: na Inglaterra e na Europa - Ordem Soberana do Sangraal - Cavaleiros do Santo Graal - Ordem de Sion e da Santa Sepultura. Mas a mais prestigiosa dentre todas - A Casa Real de Stewart da Escócia. Mote: "All as one". O Prieurè de Sion manteve-se leal à Dinastia Merovíngea e os templários à Casa de Stewart - Escócia.
Quem é o herdeiro direto de Jesus e Madalena, o Primaz atual da "Casa de Judah", o representante mais autêntico da "Linhagem Sagrada do Santo Graal"?
Sir Laurence: Segundo a documentação: HRH Príncipe Michael of Albany
Head of the Royal House of Stewart.



Nota: Sir Frances Gardner afirma que Jesus não morreu na cruz e que o seu túmulo encontra-se em Rozabal (possivelmente) na Caxemira.

Transcrito do site:
http://www.jornalinfinito.com.br/asp/historia_comentarios_sir.html



        Laurence Gardner, Prior da Igreja Celta da Sagrada Irmandade de St Columba, é um genealogista internationalmente conhecido, cavaleiro e soberano. Ele foi honrado com a Chevalier Labhran de Saint Germain, é um Adido Presidencial do Conselho Europeu dos Príncipes - um corpo conselheiro constitucional criado em 1946. Ele é formalmente ligado a Casa da Nobre Guarda da Casa Real de Stewart, fundada em St German-enLaye em 1692, e é um Historiador Jacobita Real.

    O que é o Santo Graal? O que ele tem a ver com o Santo Cálice?

    A palavra Graal, etimologicamente, vem do latim tardio “gradalis” ou “gratalis”, que deriva do latim clássico, “crater”, vaso. Nos livros de cavalaria da Idade Média, entende-se que é o recipiente ou cálice que Jesus usou para consagrar o vinho, transformando-o no seu sangue, na última ceia, e que depois José de Arimateia utilizou para recolher o sangue e a água resultantes da lavagem do corpo de Jesus. Anos mais tarde, segundo esses livros, José de Arimateia levou-o consigo às ilhas britânicas (ver a pergunta: Quem foi José de Arimatéia?) e aí fundou uma comunidade para custodiar a relíquia, que posteriormente vincular-se-ia aos Templários.

    É provável que essa lenda tenha se originado no País de Gales, inspirando-se em fontes antigas, latinizadas, como, por exemplo, as “Atas de Pilatos”, uma obra apócrifa do século V. Com a saga céltica de Parceval ou Parcifal, vinculada ao ciclo do Rei Artur e desenvolvida em obras como: Le Conte du Graal de Chretien de Troyes; Percival, de Wolfram von Eschenbach, ou Le Morte D’Arthur, de Thomas Malory, a lenda se enriquece e se difunde. O Graal converte-se em uma pedra preciosa que, guardada por um certo tempo por anjos, foi confiada à custódia dos cavaleiros da ordem do Santo Graal e de seu chefe, o rei do Graal. Todos os anos, na Sexta Feira Santa, uma pomba desce dos céus e, depois de depositar uma Hóstia consagrada sobre a pedra, renova sua virtude e força misteriosa, que comunica uma perpetua juventude e pode saciar qualquer desejo de comer e beber. De vez em quando, umas inscrições na pedra revelam os nomes daqueles que estão chamados à bem-aventurança eterna na cidade de Graal, em Montsalvage.

    Esta lenda, por sua temática, está vinculada ao cálice que Jesus utilizou na última ceia e sobre o qual existem várias tradições antigas. Basicamente são três. A mais antiga é do século VII, segundo a qual um peregrino anglo-saxão afirma ter visto e tocado, na igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém, o cálice que Jesus usou. Era de prata e tinha duas asas.

    Uma segunda tradição diz que esse cálice é o que se conserva na catedral de San Lorenzo em Genova. É conhecido como o Sacro “catino”. É feito de cristal verde, parecido com um prato, que teria sido levado a Genova pelos cruzados, no século XII. Segundo uma terceira tradição, o cálice da última ceia é o que se conserva na catedral de Valencia (Espanha) e é venerado como o Santo Cálice. Trata-se de um cálice de calcedônia, de cor escura, que teria sido levado por São Pedro a Roma e utilizado ali por seus sucessores, até que no século III, devido às perseguições, é entregue à custódia de S. Lorenzo, que o leva a Huesca. Depois de haver estado em diversos lugares de Aragão, teria sido levado a Valencia, no século XV.

    A LENDA DO SANTO GRAAL







    O Santo Graal: uma lenda que percorreu vários séculos com diversas interpretações.

    Ao longo da história do cristianismo, a veneração por relíquias sagradas foi uma das mais corriqueiras demonstrações de fé vinculadas ao catolicismo. Esse tipo de experiência de fé visava reforçar materialmente a crença na história de vida dos santos e de Jesus Cristo. Por isso, principalmente a partir da Idade Média, as relíquias se transformaram em alvo da adoração e da constituição de várias lendas que descreviam os grandes poderes destes artefatos sagrados.

    Em meio a tantas relíquias, o Santo Graal tem um significado especial, pois se trata de um suposto objeto utilizado por Cristo durante a Última Ceia. Ao longo do tempo, as interpretações e simbologias em cima desse objeto sagrado ganharam novas versões que, inclusive, inspiraram a narrativa do best-seller “O Código da Vinci”. Contudo, os estudos sobre o cristianismo primitivo em pouco contribuem para que essa crença se transformasse em realidade.

    No primeiro século, os valores cristãos eram populares entre pessoas de origem humilde e que não tinham condições de ostentar nenhum tipo de luxo material maior. Por isso, caso o Santo Graal realmente existisse, não poderíamos imaginá-lo como um utensílio sofisticado e valioso. Além disso, os próprios relatos sobre a Última Ceia contidos nos evangelhos bíblicos não fazem nenhuma menção especial a qualquer objeto utilizado na última celebração entre Cristo e seus apóstolos.

    No entanto, com o passar dos séculos, outros textos considerados sagrados foram responsáveis por articular a lenda que se criou em torno do Santo Graal. Em um desses textos, também conhecidos como evangelhos apócrifos, encontramos a menção de um cristão que, durante o julgamento e a crucificação de Cristo, teve o cuidado de zelar por utensílios supostamente utilizados pelo líder messiânico. Dessa maneira, estariam nesses relatos a origem do mito sobre o copo da Última Ceia, o Santo Graal.

    Um dos responsáveis por dar continuidade ao mito do Graal foi um poeta medieval francês chamado Chrétien de Troyes. Em um de seus poemas épicos, Troyes contava a história de Percival, um camponês que se juntou aos cavaleiros do Rei Arthur e se lançou ao mundo em busca de aventuras. A certa altura da história, o cavaleiro Percival se depara resignadamente com uma procissão onde alguns cristãos carregavam valiosas relíquias, sendo uma delas “um graal”.

    A história, que não teve prosseguimento pela morte de seu autor, diz em suas partes finais que o Graal avistado pelo cavaleiro tinha o poder de evitar várias intempéries. Apesar de mal explicada, a história do poeta francês foi importante para que o caráter divino do Graal fosse posteriormente explorado por outros escritores. Segundo alguns estudiosos, o termo “graal”, primeiramente utilizado por Troyes, faz referência a um tipo de prato raso, e não ao cálice que costuma simbolizar a famosa relíquia.

    Algumas décadas após a morte de Troyes, a história por ele iniciada foi retomada por vários autores que reinventaram os destinos de Percival e o valor daquele graal. Em meio às reinvenções, os cavaleiros do rei Arthur perseguiriam o Santo Graal com o objetivo de curar e instruir o lendário rei Arthur. Entre os cavaleiros estava o puro Galahad, que ao encontrar a relíquia descobre importantes revelações sobre o mundo.

    Na Idade Moderna, as famosas histórias do Santo Graal e das demais relíquias do mundo medieval se depararam com as críticas do movimento protestante. A crença e a compra das relíquias eram atacadas como um tipo de atividade contrária a outras mais importantes práticas cristãs. Contudo, a lenda conseguiu sobreviver ao longo do tempo e, no século XIX, foi relacionada com a Ordem dos Cavaleiros Templários, ordem religiosa criada no século XII com a missão de proteger a cidade de Jerusalém.

    Essa interpretação histórica foi fundada a partir da leitura de um poema alemão intitulado como “Parzival”. Nessa obra, o graal é descrito como uma pedra protegida por um grupo de guerreiros chamados de “templeisen”. Anos depois, saberiam que esses indícios que ligavam o graal aos templários era fruto de uma interpretação errônea dos termos encontrados no poema alemão. Contudo, essa vinculação foi tomada como verdade durante um bom tempo.

    No final do século XIX, em meio ao “boom” das descobertas arqueológicas, um grupo de pesquisadores resolveu imitar o fictício Percival, e assim saíram em busca do Santo Graal. Com o início da empreitada, vários “graais” foram encontrados e posteriormente desmascarados. No entanto, a lenda do graal ganhou um novo fôlego com o surgimento de grupos esotéricos que compreendiam o Santo Graal como um conjunto de textos sagrados de profunda importância religiosa.

    A última e mais famosa versão sobre esse mito tenta levantar indícios pelos quais o Santo Graal, na verdade, faria uma truncada menção à expressão “sangue real”. Com base em tal premissa, acreditariam que o sangue real supõe a existência de uma linhagem de descendentes de Jesus Cristo que, segundo outras supostas fontes documentais, teria deixado herdeiros a partir de sua união com Maria Madalena. E assim, a lenda do graal cresce com novas, acalentadoras e instigantes promessas.




    A maldição da boneca EmíliaA

     

    Isabelle Drummond, a simpática garotinha que viveu Rosicler em Os Maia e deverá ser a Emília na nova versão dO sítio do Pica-pau Amarelo precisa ficar atenta. Ao que parece uma espécie de maldição ronda as atrizes que viveram a personagem de Monteiro Lobato na televisão. A primeira, Lúcia Lambertini, que interpretou a boneca na TV Tupi entre 1952 e 1963, morreu acidentalmente na década de 1970 após tomar um medicamento errado.


    A segunda, Dirce Migliaccio, Emília de 1975 a 1977 na TV Globo, ficou tão traumatizada pelo excesso de trabalho quando interpretava a personagem, que se mudou à Bélgica pra tentar esquecer. A terceira, Reny de Oliveira, que ficou na série até 1983, mora atualmente em Eua e nem pode ouvir falar de Emília... Publicado na Folha de São Paulo, em 1 de julho de 2001

    A Profecia Maia de 2012 - O Fim do mundo

     

    A Profecia Maia (Fim do Mundo em 2012 - Documentário - Vídeo)
    Dezembro de 2012 marca o fim de um ciclo definido pelo calendário Maia. Muitos acreditam que isso se traduzirá em desastres e cataclismas naturais - algo muito próximo da concepção cristã do Juízo Final. Outros acreditam que essa data marcará o fim da ênfase materialista da civilização ocidental. De qualquer modo, as especulações sobre a natureza dessa previsão estão se aproximando cada vez mais da ciência, mais particularmente das transformações que ocorrem ciclicamente com as irradiações solares.
    DÉBORA F. LERRER
    Pirâmide das Inscrições, onde fica a tumba de Pacal, em Palenque, no México

    O que você acharia se alguém lhe dissesse que Deus está no centro da galáxia, de onde emite ordens que nos são transmitidas através dos raios solares? Essa era a idéia que os maias faziam de Deus, a quem chamavam de Hunabku - e diziam ser a energia radiante existente no núcleo da Via Láctea. Segundo eles, Hunabku se comunicaria com a Terra pela radiação galáctica transmitida para nós através do Sol. O Sol, portanto, não seria apenas a fonte e o sustentáculo da vida, mas também o mediador da informação que chega até ele de outros sistemas estelares através da energia radiante.

    Embora a ciência moderna nunca tenha abordado esse assunto tal como os Maias o fizeram, recentemente os físicos se deram conta da influência de radiações que atravessam a galáxia. A astrofísica atual descreve essas radiações como ondas de densidade que varrem a galáxia e influenciam a sua evolução. O nascimento do nosso Sol, por exemplo, foi resultado dessa onda. Na realidade, toda a formação estelar deve-se, em princípio, a essa radiação, demonstrando que a galáxia é um organismo envolvido em sua própria evolução. E mais: esta radiação galáctica também está comprometida com a evolução da Terra e da vida. As radiações de densidade vêm se espalhando pela galáxia nesses 4,55 bilhões de anos de existência do Sol - e, toda vez que atravessam a nossa estrela, alteram sua dinâmica e também a energia radiante que banha o nosso planeta. Muitos acreditam que essas diferentes radiações conseguirão explicar como o desenvolvimento da vida na terra foi se moldando. "Cada vez mais compreenderemos que o formato das folhas das árvores, por exemplo, foram moldados não apenas por seleção natural aqui na Terra, mas pela ação da galáxia como um todo", acredita o físico e matemático Brian Weimme, autor do prefácio ao livro Fator Maia, de José Argüelles, os mais famoso dos divulgadores da profecia Maia.


    Astrônomos proféticosMais antiga das civilizações pré-colombianas, os Maias floresceram entre os séculos II e IX da nossa Era, ocupando as planícies da Penísula de Yucatán, onde hoje fica o México, quase toda a Guatemala, a parte ocidental de Honduras, Belize e regiões limítrofes. Eles constituíam povos que falavam línguas aparentadas e elaboraram uma das mais complexas e influentes culturas da América. Enquanto a Europa mergulhava na Idade das Trevas, os habitantes da América Central estudavam astronomia, tinham dois calendários - um solar de 365 dias, o Haab, e um sagrado de 260 dias, o Tzolkin - e um sofisticado sistema de escrita por hieróglifos.

    Por volta do ano 900, o antigo império Maia começou a sofrer um declínio de população, e seus suntuosos centros urbanos foram abandonados por motivos até hoje misteriosos. Seus habitantes voltaram à vida simples nas aldeias no campo, onde seus descendentes vivem até hoje. Alguns estudiosos atribuem o abandono das cidades à guerra, insurreição, revolta social, seca. Mais recentemente, surgiu a teoria de que eles abandonaram seus centros devido a alterações nas radiações solares. No século XIII, quando o norte se integrou à sociedade tolteca, a dinastia Maia chegou ao final, muito embora alguns centros periféricos sobrevivessem até a conquista espanhola, no século XVI.


    Veja mais sobre o assunto:http://www.terra.com.br/planetanaweb/flash/reconectando/civilizacoesetribos/maia.htm

    Site sobre o assunto, para você estudar mais a fundo:http://www.doismiledoze.com/a-primeira-profecia-maia/

    A Misteriosa Arte das Pirâmides

     

    A mais antiga das três, a grande pirâmide de Keops, presume-se que foi construída há aproximadamente 4.400 anos. Então por que ainda hoje não se conhece técnicas capazes de levantar pedras, que pesam 30.000 quilos até uma altura de 150 metros? E de onde tiraram tantas pedras, se a pedreira mais próxima está a uma distância de mais ou menos 1.000 kilometros?


    Até hoje a arte de construção desses grandes monumentos, continuam um mistério para nós. Teriam 100.00 homens transportados durante 20 anos, cerca de 2 milhões e meio de blocos de pedra, para a construção das pirâmides? Somente as próprias pirâmides podem responder essas perguntas, somente elas são testemunhas de sua construção.

    A Hora da Morte

     

    A dra. Louisa Rhine, pesquisadora do laboratório de parapsicologia da universidade de Duke, estudou vários casos de relógios que pararam de funcionar no momento da morte do seu dono. Num desses casos, um morador do Canadá relatou à dra. Rhine o que ocorreu em sua família; quando à morte do irmão de sua cunhada.

    Quando o doente terminal morreu, às 6:24, ele telefonou para a família e para o médico, e em seguida preparou algo para que os visitantes pudessem comer. Além disso, era necessário ficar observando o relógio, porque a agência funerária chegaria às 9:30. Durante o café, um dos visitantes peguntou as horas, a cunhada do depoente consultou um relógio de bolso que lhe foi dado pelo seu irmão falecido; ao ver as horas, ela teve uma terrível surpresa: o relógio marcava exatamente a hora e os minutos em que seu irmão morrera.

    Para ter certeza de que aquilo não era uma estranha conhecidência, ela pediu ao seu outro irmão que desse corda, para saber se ele parara por falta desta. O relógio ainda tinha três quartos de corda.

    2012: Tempo do Apocalipse (O que está por vir...)

     


    2012: Tempo do ApocalipseOcimar Barbosa

    "Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro..."
    (Zacarias,13:9)


    A expectativa de acontecimentos dramáticos no futuro tem dado margens para debates e controvérsias, sendo assim, o mundo já tem até uma data definida para esses terríveis acontecimentos, de acordo com os artigos dispostos na rede mundial de computadores: 2012, o ano do "fim dos tempos", com o desaparecimento de 3/4 da população mundial.

    Há, todavia, uma coincidência entre os registros presentes em todas as religiões, tradições, profecias de místicos e agora também a ciência, que estuda a probabilidade de que uma catástrofe universal possa estar a caminho.

    Por que as autoridades mundiais criariam um banco de reserva de sementes nas geleiras das ilhas norueguesas de Svalbard, no Ártico, se não estivessem prevendo alguma ocorrência para breve? Esse banco deverá abrigar 4,5 milhões de sementes, e foi inaugurado em fevereiro de 2008. É denominado "caverna do juízo final" ou a Arca de Noé.

    Claro que tem muita bobagem, desinformação científica e misticismo, espalhados por quase dois milhões de sites sobre o assunto, mas há também algumas indicações sérias de que algo estranho está no "ar".

    Pesquisadores vêm anunciando que, após dramáticos fenômenos cataclísmicos que estão prestes a assolar a face da Terra, esta vai apresentar uma nova geografia. Isso não sem causar a perda de bilhões de seres humanos.

    Um documentário no History Channel despertou a atenção de muitos para a profecia da civilização Maia. Sem a tecnologia que nossa civilização possui em tempos atuais, esses povos foram capazes de prever com exatidão (estudos atuais comprovam) uma grande efeméride astronômica em que o Sol, a Terra e a Lua estarão alinhados com o centro da Via Láctea em 21 de dezembro de 2012.

    Várias civilizações falam de uma destruição quase que total da atual humanidade, com coincidências de informações, inclusive relativas à textos bíblicos. As versões são diversas: alinhamento galáctico, aproximação de um astro (cometa, Planeta X, estrela anã-marron, etc).

    Místicos e espiritualistas afirmam que tais acontecimentos são processos de uma escala na evolução humana e que a humanidade deverá dar um salto quântico em sua trajetória, passando da 3º para a 4º dimensão. Mas esse número de pessoas seria restrito.


    Profecias dos povosCivilizações falam de uma destruição total da atual humanidade que ocorre de tempos em tempos e esperam para breve uma nova transformação. Nos registros de todos os povos há coincidências de informações, inclusive apresentando características similares à trechos no Antigo e Novo Testamento.

    O ano de 2012, aliás, é o preferido das profecias em todas as religiões e civilizações. Para os povos polinésios chamados Maoris, no ano de 2012, o "véu vai cair", significando o fim da barreira que separa o mundo espiritual do físico. Isso só poderia ocorrer, com uma alteração dimensional.

    O assunto é tão atraente para o público internauta, que em 5 de maio de 2008 havia 1.100.000 (um milhão e cem mil) sites na rede internet, falando sobre o assunto "2012 end". Quatro dias depois, no dia 13, há eram 1.580.000.

    Os Maias assombram o mundo até hoje com uma profecia que prevê o fim do tempo atual no calendário deles e, em conseqüência, na contagem no calendário que conhecemos. Esse fim de era tem data prevista por eles: Sábado, dezembro de 2012. Após, um fenômeno de âmbito universal, começaria o "tempo fora do tempo". Isso representa, de acordo com a profecia, uma transformação planetária, mas não o fim da vida no planeta.

    Segundo ainda o Calendário Maia, no solstício de Inverno, 21 de Dezembro de 2012, a Terra passará por uma espécie de transformação em sua crosta, e isso será catastrófico para quase todos os seres vivos. O acontecimento seria tão apavorante que o mundo que conhecemos hoje desaparecerá para dar lugar à "outra" Terra, com nova geografia.



    A nova geografia da Terra após o "fim" Curiosamente, até já estão sendo desenvolvidos novos mapas da geografia terrestres após as alterações físicas que supostamente ocorrerão. Especula-se que a Europa e a América do Norte sofrerão um deslocamento de milhares de quilômetros em direção ao Norte, e seu clima se tornará polar.

    Gordon Michel Scallion, que diz ter a capacidade de antever o futuro, é um dos mais populares na atualidade. Fatura horrores com a venda de um mapa do que seria a nova geográfica do planeta após a destruição universal que supõe, ocorrerá em 2012.
    Em seu mapa, o Vale do Paraíba também ficará submerso (imagem acima).


    Nos anos 40, o paranormal norte-americano Edgar Cayce fez várias previsões sobre profundas transformações sobre a face da Terra, e com outros pesquisadores, chegou à conclusão que o planeta deverá enfrentar um grande cataclisma em breve. Cayce previu que a Atlântida ressurgirá das profundezas das águas e que a América do Norte e Japão desaparecerão por completo.
    Com o desaparecimento da América, desapareceria a corrente do Golfo o que levaria uma "era do gelo" até o norte da Europa e os países da Grã-Bretanha.



    Uma nova era glacialUm dos acontecimentos do passado remoto do planeta que mais intrigam a comunidade científica é a alteração climática abrupta. Esse fenômeno ocorre em períodos de milhares de anos e teria ocorrido pela última vez, provavelmente por volta de 10.000 a 12.000 anos atrás. Nós o conhecemos como "era do gelo"

    Tal período na pré-história é conhecido como Holoceno e durante essa era houve uma extinção em massa da fauna. Na Sibéria foram encontrados mamutes congelados em perfeito estado de conservação, estando eles em pé e com capim na boca, o que leva a crer que houve uma queda instantânea de temperatura, provavelmente em 100 graus negativos em questão de minutos.

    Alguns geólogos afirmam categoricamente que a Terra está passando pelo fim de um ciclo de 11.500 anos e que esse período será fechado com uma nova glaciação. Segundo esses cientistas, é o limiar de uma era e com ela, já é de conhecimento dos governantes mundiais que uma hecatombe universal já se mostra claramente, através de fenômenos indicativos como tsunamis, alterações climáticas, furacões e terremotos.

    Cerca de 18 terremotos foram registrados anualmente no mundo. Até o Brasil está experimentado essas atividades sísmicas assustadoras. Alterações climáticas no Sul do País seriam então causadas por esse enfraquecimento do magnetismo terrestre e causam alterações climáticas, a exemplo do que ocorre em Santa Catarina.


    Anomalias magnéticasUm campo magnético envolve o Planeta Terra e nada funcionaria ou viveria sem ele no mundo, nem pessoas, nem bichos, nem aparelhos eletroeletrônicos. É esse campo eletromagnético que protege o planeta contra as radiações solares e é por ele que uma bússola indica sempre a posição do "norte".

    Mas esse "norte" nem sempre esteve onde hoje está!

    E por que os governos estariam silenciosos? Essa é a pergunta dos que crêem piamente nessas transformações. Boatos existem, estão espalhados em milhares de sites na Internet, e fomenta os mais diversos sentimentos e conclusões. O fato é que estranhas anomalias vem acontecendo no planeta e prova disso são os distúrbios magnéticos cada vez mais presentes.

    Ainda não há explicações plausíveis sobre o que está acontecendo com as abelhas que desaparecem repentinamente. Como se sabe, insetos e animais são especialmente se utilizam do campo magnético da Terra, no entanto, "algo" vem alterando esse processo natural, fazendo com que baleias e pingüins percam-se em praias distantes de seus habitats.

    Pesquisadores da área geológica tem a convicção de que o centro da Terra seja um núcleo composto de ferro fundido. Dentro desse centro, correntes elétricas existentes em seu núcleo de ferro é que criam o campo magnético do planeta, uma espécie de "dínamo".



    A ciência anunciaO cenário apocalíptico está preparado com a inversão da polaridade no planeta, e confirmando-se essa alteração, cientistas descobriram que está ocorrendo o enfraquecimento do campo magnético terrestre. Isso é o aviso de que em breve, a Terra pode parar de girar e em seguida promover a inversão do sentido da rotação bem como a inversão dos pólos magnéticos. Com isso, o caos seria total.

    Explicando melhor esse processo: estudos científicos comprovam facilmente que, de tempos em tempos, ocorre a inversão de polaridade do planeta. Em consequência disso, a Terra "tomba" no espaço, isto é, realinha-se.
    Par alguns, o motivo seria um alinhamento galáctico, em que o nosso Sol passa por sua magnitude de intensidade no seu magnetismo. Para outros, as anomalias seriam causadas pela aproximação periódica de um enorme corpo celeste que tem uma órbita errante. Seu retorno causaria alterações em todo o Sistema Solar.

    O fato é que o campo magnetizado do planeta é criado devido à presença de partículas de ferro no magma de Terra, formando um tipo de geodínamo que gira e leva junto a camada superficial mais fina do planeta, ou seja, a sua crosta que tem pouca espessura em relação ao seu núcleo.

    Embora o planeta tenha solidez em sua crosta, essa camada é fina e praticamente bóia sobre a movimentação líquida de seu interior. Há períodos, porém, em que esse núcleo planetário passa a girar no sentido contrário, o que já poderia estar acontecendo.
    Em determinado momento, a Terra então pára de girar durante um período, e retorna o seu movimento em sentido contrário, alterando tudo o que está em sua superfície.
    Após isso, o Sol reaparece, nascendo no poente.

    Em matéria publicada pelo jornal "Sunday Times" de Londres, o cientista Nils Olsen e sua equipe do Centro de Ciência Planetária da Dinamarca anunciaram que o mundo está em vias de passar por dramáticas mudanças, pois que seria iminente a inversão dos pólos magnéticos da Terra. O anúncio está fundamentado na descoberta de grandes buracos no campo magnético do planeta, no Ártico e no sul do Atlântico



    Ciência e religião concordam?"E logo depois da tribulação daqueles dias, escurecer-se-á o sol, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potestades do céu serão abaladas. E então aparecerá o sinal do Filho do Homem no céu, como o relâmpago que sai do oriente e se mostra até o ocidente".
    (Mateus, cap.24,v.27:)


    Os egípcios acreditavam na vida cíclica da Terra e uma periódica renovação. No Tibete, 2012 seria o ano em que reaparecerá a cidade fantástica de Shamballla, que para eles, fica entre o plano físico e espiritual e é a morada dos grandes mestres, heróis e avatares.

    Estudiosos, religiosos, místicos e não-místicos afirmam ver registros dessa hecatombe em códigos da Bíblia através de frases como "cometa", "Dia do Senhor", Três dias de trevas", "atribulações", "Terra aniquilada", e "2012".

    Segundo vários videntes da igreja católica, atribui-se a "Maria, Mãe de Jesus", a vinda em 2012 de um cometa que se chocará ou passará perto, e que novas terras surgirão do fundo do mar. Será um período de trevas, onde as pessoas devem ir se preparando com reservas de alimentos e água. As profecias católicas dizem que serão três dias e três noites em que o Sol não nascerá e ninguém deve sair de casa. Após esse período, o Sol nascerá no oeste e não no leste como agora.

    No Espiritismo, espera-se um momento onde haverá desencarne em grande número, o que é chamado por eles de "Resgate Coletivo". O médium Chico Xavier alertava que essas coisas ocorreriam quando se aproximasse do Sistema Solar um astro (Planeta Chupão ou Astro Higienizador) que causaria a extinção de quase toda a população do nosso mundo devido à seu forte magnetismo.

    O profeta Michel de Nostradamus também fez várias previsões sobre a chegada de um corpo celeste que alteraria o magnetismo dos planetas do Sistema Solar, causando cataclismos.

    "Aparecerá no céu, no norte, um grande cometa".
    (Nostradamus, Cent.,II,43)


    "A Lua, devido ao novo corpo celeste, aproximar-se-á da Terra e seu disco aparecerá 11 vezes maior que o Sol, o que provocará maiores marés e inundações".
    (Nostradamus, cent.IV, q.30 )