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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Arquivos secretos do FBI - Explosões e pousos de OVNIs

 


“Explosões de OVNIs e pousos de alienígenas” nos arquivos secretos do FBIArquivos secretos do FBI foram liberados detalhando como funcionários dos EUA viram um OVNI explodir sobre Utah - e alienígenas pousando perto de Roswell, no Novo México.

Um documento desclassificado de 1949, conta como três homens, em diferentes patrulhas a milhas de distância cada um, relataram ter visto um OVNI quebrar sobre as montanhas ao norte de Salt Lake City.

Essas extraordinárias declarações foram enviadas para Edgar Hoover, diretor do FBI, em um memorando intitulado "Discos Voadores".

O arquivo dizia que um policial, um policial rodoviário e um guarda do exército "viram um objeto de cor prateada no alto das montanhas se aproximando de Sardine Canyon", que "parecia explodir em uma onda de fogo”.



"Vários moradores relataram ter visto o que pareciam ser duas explosões aéreas, seguidas pelo objeto em queda".
Este é um dos milhares de arquivos inéditos que o FBI tornou público em um novo recurso on-line chamado The Vault.

Entre eles está uma declaração de 1950 em que o agente especial Guy Hottel parece fornecer evidências para a teoria de que os alienígenas desembarcaram em Roswell, Novo México.

No memorando, o agente Hottel disse que "três chamados discos voadores tinham sido recuperados, no Novo México". Ele escreveu que os discos voadores eram "descritos como sendo de forma circular com aproximadamente 50 metros de diâmetro”.

Em um comunicado que é uma reminiscência do programa de TV hit dos anos 1990 The X-Files, ele passou a descrever as formas de vida alienígenas dentro das naves espaciais.


"Cada uma era ocupada por três corpos de forma humana, mas de 3 metros de altura", escreveu ele.Os corpos "vestiam um pano metálico de uma textura muito fina. Cada corpo estava enfaixado em uma maneira similar às roupas usadas por pilotos de alta velocidade e pilotos de teste”.

Hottel sugeriu que os OVNIs cairam no Novo México, em razão da alta potência do radar do governo, que teriam interferido em seus sistemas operacionais.

A liberação dos arquivos intensifica as provas dos teóricos da conspiração que acreditam que o governo dos EUA encobriu desembarques alienígenas.

O caso Roswell tornou-se famoso após relatos de que um disco voador havia caído nas proximidades do deserto, em 1947. Os corpos dos alienígenas teriam sido recuperados pelos militares.

Arquivos OVNIs: Família captura 30 OVNIs com uma câmara perto de Heathrow

 

Uma família capturou uma cena de até 30 luzes piscando em zigzague no céu noturno durante seu caminho perto de Heathrow.

Pais e filhos foram apoiados por agentes da polícia e uma equipe de helicóptero que também testemunharam o OVNI e um estranho zumbido.

A tripulação relatou o incidente - que aconteceu às 2:25 em 17 de novembro 2003, em Bromley, Kent para Swanick, segundo o controle de tráfego aéreo.

Funcionários verificaram a cobertura do radar, mas este não revelou nada incomum.

Documentos de relatórios do estado diziam: ''Um policial enviado para investigar confirmou o avistamento. Objetos estavam se movendo mais rapidamente do que qualquer aeronave feita pelo homem.''

Os arquivos - de milhares de páginas foram divulgados pelo Ministério da Defesa – e mostraram que a polícia pensou que as luzes poderiam ter sido de aviões se aproximando de Heathrow, mas uma auditoria de tráfego feita por Swanick prova o contrário.

Não havia nada aparecendo no acesso ao aeroporto e todas as luzes de tráfego estavam em um nível elevado.

Um anônimo comandante da ala escreveu que as autoridades concluíram: ''Neatishead revisou as fitas de radar do período especificado e, além do tráfego de rotina na região, nada mais foi detectado na área”.

''Por isso, posso agora confirmar que o incidente não representa interesses de defesa aérea.''

Área 51

 

A Area 51 é uma das muitas bases das forças armadas dos EUA. O motivo dessa base ser tão comentada, especialmente por ufólogos, é que até pouco tempo o governo dos EUA negava a existência dessa base, ou seja era uma área secreta. Por que essa base foi secreta durante anos? Por um simples motivo: acredita-se que na Area 51 existem naves alienígenas armazenadas, corpos de seres alienígenas e alguns acreditam até que são mantidos alguns ET’s vivos, os quais auxiliam os humanos em algumas experiências secretas que envolvem altíssimas tecnologias, tecnologias muitas vezes desconhecidas pela maioria da população.

Isso tudo já era comentado mesmo antes do reconhecimento oficial da existência da Area 51.

Por que então o governo e as forças armadas americanas mantêm tudo isso em sigilo? Essa é uma resposta que ainda não temos, mas o que sabemos é que algo muito estranho está acontecendo e sem o conhecimento geral da população.


História
Por que a entrada é proibida nessa área no deserto de Nevada?
O Governo dos EUA estaria escondendo OVNIs nestas montanhas?

Um homem diz ter a resposta

A área que se localiza 190 km ao noroeste de Las Vegas, no Deserto de Nevada, não consta nos mapas oficiais. É uma área que possui estradas, riachos, montanhas, edifícios eu uma pista de 9,5 km, mas oficialmente não existe. É como se qualquer atividade humana tivesse parado em uma área equivalente à

Suiça.
O acesso a esta área é completamente proibido. Os cartazes advertem: "O uso de armas letais é autorizado". Seu espaço aéreo é o mais inviolável dos EUA. Trata-se do Polígono de Tiro e de Testes Nucleares de Nellis, conhecido como Área 51.


TECNOLOGIA ALIENÍGINA
Foi fundada em 1954 para ser uma base secreta onde a Lockheed Aircraft Corporation pudesse desenvolver aviões de espionagem para a CIA. A Área 51 continua sende a sede de alguns dos projetos mais revolucionários dos EUA. Foi nesta área que o bombardeiro "stealth" Northrop B-2 foi testado, assim como uma série de outros aviões nada convencionais. A sua existência foi mantida em sigilo absoluto pelas Forças Aéreas dos EUA (USAF) até 1994, já que se tratava da mais avançada tecnologia militar. Aquestão levantada por alguns pesquisadores é que nem a tecnologia nem as técnicas utilizadas são norte-americanas, e sim, alieníginas.

Dese o estabelecimento da Área 51, várias pessoas declararam ter visto objetos estranhos sobrevoando o seu espaço aéreo, mas as autoridades negaram os fatos. Contudo, um de ses próprios homens declarou que no espaço aéreo da Área 51, além de circularem OVNIs, a USAF também utilizava tecnologia alienígina ativamente. Robert « Bob » Lazar, que trabalhou 5 meses na Base a partir de dezembro de 1988, deu depoimentos para a televisão em maio de 1989.

Usando a identidade de "Dennis", - sua silhueta aparecia contra a luz e sua voz foi distorcida - Lazar revelou que o governo dos EUA estava pesquisando nove discos voadores e tantava adaptar a tecnologia alienígina aos seus projetos. Declarou também que ele e sua mulher receberam várias ameaças de morte.

Evitando correr mais riscos, em novembro decidiu aparecer em público.

Descreveu um lugar secreto conhecido como S-4 próximo ao lago Papoose, no interior da Área 51, onde as naves alieníginas eram guardadas. Explicou que ele fazia parte de uma equipe de 22 engenheiros contratados para estudar os sistemas de propulsão dos discos voadores.

Segundo Lazar, o S-4 era um enorme complexo subterrâneo que ocupava toda a área de uma cordilheira montanhosa. No início, pensava que estava trabalhando com uma tecnologia altamente sotisficada criada pelo homem, mas quando entrou em um dos discos voadores, se convenceu de que se tratava de algo de outro mundo, porque tanto sua forma quanto suas dimensões não pareciam ter sido concebidas por humanos.

"Não possuía juntas aparentes, nenhuma solda, parafuso ou rebites, - afirmou Lazar - as bordas de todos os elementos eram arredondadas e suaves (...), como se tivessem sido feitas com cera quente submetida a um rápido processo de resfriamento".

De acordo com o seu relato, haviam troneiras, arcos e delicadas cadeiras de somente 30 cm de altura. A sua unidade de propulsão era um objeto do tamanho de uma bola de beisebol, que irradiava um campo antigravitacional através de uma coluna oca, ssituada verticalmente no centro da nave.Lazar teve acesso a um memorando que confirmou suas suspeitas. Havia uma quantidade impressionante de informações sobre OVNIs, inclusive fotografias de autópsias de pequenos serescinzas com grandes cabeças calvas. Afirmava-se que os alieníginas eram provenientes da galáxia Zeta Reticuli, e era citado um incidente ocorrido em 1979, no qual os alieníginas mataram vários militares e cientistas da base. Tudo isso o convenceu de que estava trabalhando "em uma nave alienígina, criada por mentes alieníginas e com materiais alieníginas".

Lazar nunca afirmou ter visto alieníginas no S-4, mas, no entanto, presenciou algo extraordinário. Andando por um corredor, viu por uma porta entreaberta, dois homens com batas brancas "olhando para baixo efalando com um ser pequeno que possuía braços compridos (...). Olhei rapidamente, mas não sei o que poderia ser aquilo", disse Lazar.

Texto retirado da revista
Fator X nº 1 - Editora Planeta



Fonte:http://www.barrosohp.hpg.ig.com.br/area51.htm

Abdução: Uma Realidade Inegável

 

Durante os últimos 50 anos de ufologia, muitos acontecimentos curiosos e complexos vieram à tona, quebrando a cabeça dos pesquisadores e trazendo traumas às pessoas que participaram do evento. Dentre estes assuntos, um tem chamado mais a atenção dos ufólogos: A abdução, que ficou famosa pelas pesquisas realizadas pelo Sr. Budd Hopkins e pelo livro e depois filme "Intruders". Sem dúvida, a abdução é um dos acontecimentos mais enigmáticos da ufologia moderna.

Os pesquisadores que já tiveram a oportunidade de estudar estes casos, sabem o quanto este assunto é complexo, traumático e indecifrável. A abdução consiste na remoção forçada de uma pessoa de um determinado lugar, sendo supostamente levado para o interior de uma nave onde é submetido a algumas experiências traumáticas e, quase sempre, reaparecendo em outro lugar completamente diferente e distante da posição original. A pessoa normalmente permanece em um estado alterado de consciência de forma a não perceber o que esteja acontecendo (muitos abduzidos confirmam que talvez este estado tenha a finalidade de "protegê-los" de traumas futuros). As experiências podem ser de cunho laboratorial (médico/físico ou psicológico) ou apenas de cunho psicológico (contato com os não "greys"). Geralmente, as pessoas possuem pouco ou nenhuma memória sobre o ocorrido, permanecendo apenas um lapso de tempo em sua memória.

A melhor, e talvez a única, forma de conhecer a matéria é se envolvendo com ela. Somente conversando com possíveis abduzidos é que se pode ter a real noção da dimensão deste acontecimento e comprovar que a abdução é muito mais traumática do que se tem alertado. O que se vê são pessoas procurando desesperadamente por ajuda, pois por melhor que sejam os trabalhos realizados pelos ufólogos, apenas as conseqüências tem sido amenizadas, mas a causa ainda é uma incógnita.

A história dos OVNIs

A história dos OVNIs

O termo "OVNI" (do inglês ufo - unidentified flying object), largamente utilizado hoje, é relativamente recente. Foi criado pela Força Aérea dos Estados Unidos no início dos anos 50, em meio aos milhares de relatos de avistamentos que passaram a pipocar em todo o território americano desde o incidente de Washington, em 1947. O termo se refere a qualquer objeto extraordinário, em vôo ou pousado, que o observador não consiga identificar. Após investigação, 90% dos casos são solucionados. Em geral, trata-se de aviões em treinamento, balões meteorológicos, planetas, cometas, meteoros ou até mesmo fenômenos atmosféricos que pouca gente conhece, como formações incomuns de nuvens e alguns tipos de relâmpagos. O grande mistério, no entanto, reside nos 10% de casos que permanecem sem explicação.

Os casos de avistamento de óvnis são muito comuns entre pilotos de avião. Normalmente, as testemunhas descrevem objetos ou luzes misteriosas que riscam o céu numa velocidade muito maior que a das aeronaves conhecidas. Sozinhas ou em bandos, elas fazem inúmeras manobras arriscadas e desaparecem rapidamente, sem deixar vestígios. Um dos casos clássicos é o dos Foo Fighters (algo como "aviões caça-fantasmas"). Durante a Segunda Guerra Mundial, pilotos americanos relataram ter observado bolas luminosas e coloridas que surgiam do nada e pareciam perseguir seus aviões. A essas luzes, algumas vermelhas, outras laranjas e brancas, que piscavam como luzes de árvores de natal, eles deram o nome de Foo Fighters. Os americanos achavam que eram armas secretas dos países do Eixo. Curiosamente, os pilotos alemães relataram a mesma coisa - e pensavam que fossem armadilhas dos Aliados. Na explicação de alguns ufólogos, tratava-se na verdade de naves extraterrestres com a missão de espionar as operações militares na Terra.

Para muitos ufólogos, os relatos de discos voadores são tão antigos que eles aparecem até na Bíblia.A estrela de Belém (que guiou os três magos ao menino Jesus), por exemplo, seria um disco voador. Outro caso teria sido testemunhado pelo profeta Ezequiel, em 593 a.C. No Velho Testamento, ele descreve uma carroça de rodas de fogo que teria descido dos céus. A carroça teria quatro animais com asas que se moviam em conjunto. Acima dos animais havia uma espécie de divindade ardente, "de metal brilhante, com aspecto de fogo", cercada por um halo resplandecente. No livro Eram os Deuses Astronautas?, publicado em 1968, o escritor suíço Erich von Däniken afirma que Ezequiel testemunhou, na verdade, a chegada de uma nave espacial. O relato seria uma prova de que a Terra tem sido visitada por alienígenas desde tempos remotos. Os indícios estariam espalhados por todo o planeta. Segundo o escritor, obras colossais, como os moais da ilha de Páscoa e as pirâmides do Egito, só poderiam ter sido executadas com a ajuda de visitantes tecnologicamente mais desenvolvidos, ou seja, por seres extraterrestres. Logo surgiram críticas a Däniken. Uma delas veio do engenheiro austríaco Josef Blumrich, da Nasa, a agência espacial americana. Blumrich estava disposto a derrubar a idéia de Däniken, mostrando que, do ponto de vista da engenharia, uma nave com as descrições de Ezequiel não se sustentaria. Para sua surpresa, no entanto, após uma série de estudos, ele constatou que a descrição poderia corresponder a um módulo de aterrissagem lançado por uma nave-mãe (que seria a tal divindade resplandecente metálica descrita pelo profeta). Para Blumrich, os quatro "animais" talvez fossem quatro conjuntos de engrenagens de pouso, cada um munido de uma roda para manobras em terra. As "asas" poderiam ser hélices de helicóptero, usadas para o posicionamento final, antes de tocar o solo, com a propulsão fornecida por um motor de foguete situado no corpo da nave. Nem todo mundo, no entanto, aceitou as hipóteses de Blumrich. A explicação de outros cientistas é que, provavelmente, Ezequiel testemunhou um fenômeno meteorológico complexo e raro chamado parélio - uma mancha luminosa e colorida formada pela refração da luz solar através de pequenos cristais de gelo em suspensão na atmosfera.

Fonte: Superinteressante / Foto: UFO Pictures

Fonte do artigo:
http://ricardo5150.blogspot.com/2008/01/histria-dos-ovnis.html

A Física das Civilizações Extraterrestres

 

Quão avançadas elas poderiam ser?
Por Michio Kaku

1ª. ParteEm seus últimos anos, Carl Sagan fez, em uma ocasião a seguinte pergunta: “Que significa para uma civilização ter a idade de um milhão de anos? Nós obtivemos radiotelescópios e naves espaciais há apenas umas poucas décadas; nossa civilização técnica tem apenas umas poucas centenas de anos... Uma civilização avançada de milhões de anos está muito mais longe de nós do que nós estamos de um pequeno arbusto na forma de um símio”.

Ainda que qualquer conjectura sobre tais civilizações avançadas seja só uma especulação, penso que podemos usar as leis da Física para estabelecer os limites superiores e inferiores destas civilizações.Em particular, agora que as leis no campo da Teoria Quântica, Relatividade Geral, Termodinâmica, etc., estão bastante bem estabelecidas, a Física pode impor amplos limites físicos os quais restringem os parâmetros destas civilizações.Esta pergunta não vai mais além de uma frívola especulação. Dentro de pouco, a humanidade pode sofrer um choque existencial quando a atual lista de uma dezena de planetas extra-solares do tamanho de Júpiter cresça a centenas de planetas do tamanho da Terra, gêmeos quase idênticos de nosso lugar celeste.Estamos iniciando o uso de uma nova classe de telescópio, O telescópio espacial de interferometria, o qual usa a interferência de os raios de luz para amplificar O poder de resolução de os telescópios.Por exemplo, a Missão de Interferometria Espacial (Space Interferometry Mission o SIM) consta de múltiplos telescópios situados ao largo de uma estrutura de 10 metros. Com uma resolução sem precedentes aproximando-se do limite físico da óptica. O SIM é tão sensível que quase desafia a imaginação: orbitando a Terra, pode detectar o movimento de uma lanterna agitada por um astronauta em Marte!O SIM, ademais, pavimentará o caminho para o Buscador de Planetas Terrestres (Terrestrial Planet Finder), que deverá identificar ainda mais planetas similares a Terra. Este poderá analisar as 1.000 estrelas mais brilhantes em um raio de 50 anos luz desde Terra e se centrará nos 50 a 100 sistemas planetários mais brilhantes.Tudo isto estimulará um esforço ativo em determinar se algum deles pode albergar vida, talvez alguns com civilizações mais avançadas que a nossa.Ainda que seja impossível predizer as características exatas de tais civilizações avançadas, podemos analisar seus limites usando as leis da Física. Não importa quantos milhões de anos nos separem deles, eles devem obedecer também às leis “de ferro” da Física, as quais estão já o bastante avançadas para explicar muito, desde as partículas subatômicas até a estrutura em enorme escala do Universo.

A Física das civilizações de Tipo I, II, e IIIEm concreto, podemos classificar as civilizações por seu consumo de energia, usando os seguintes princípios:

1) As leis da termodinâmica: inclusive uma civilização avançada está limitada pelas leis da termodinâmica, especialmente pela Segunda Lei, e pode, portanto ser classificada pela energia de que dispõe.

2) As leis da matéria estável: a matéria bariônica (baseada em prótons e nêutrons) tende a reunir-se em três grandes agrupamentos: planetas, estrelas e galáxias. Isto está bem definido pelo produto da evolução galáctica e estrelar, fusão termonuclear, etc.

3) As leis da evolução planetária: qualquer civilização avançada deve incrementar seu consumo de energia mais rapidamente que a freqüência de catástrofes que ameacem a vida (por exemplo, impactos de meteoritos, glaciações, supernovas, etc.). Se crescem mais lentamente, estão condenados à extinção. Isto marca O limite inferior para a taxa de crescimento de estas civilizações.

Em um artigo original publicado em 1964 no Journal of Soviet Astronomy, o astrofísico russo Nicolai Kardashev teorizou que as civilizações avançadas devem estar agrupadas de acordo com três tipos: Tipo I, II, e III, as quais chegaram a dominar as formas de energia planetária, estrelar e galáctica, respectivamente. Kardashev calculou que o consumo de energia destes três tipos de civilização estariam separados por um fator de muitos milhares de milhões. Porem, que tempo levará alcançar a situação de Tipo II e III?.

O astrônomo de Berkeley Don Goldsmith nos recorda que a Terra recebe ao redor de uma bilionésima parte da energia do Sol, e que os humanos utilizam só uma milionésima parte desta. De modo que consumimos ao redor de uma trilhonésima parte da energia total do Sol. Na atualidade, a produção energética total de nosso planeta é aproximadamente de 10 trilhões de ergs por segundo. Porém nosso crescimento energético aumenta de forma exponencial, e, portanto podemos calcular quanto nos levaria alcançar a situação de Tipo II ou III.

Goldsmith disse: “Veja quão longe chegamos no uso da energia uma vez que compreendemos como manipular, como obter combustíveis fósseis e como criar energia elétrica a partir da força da água, e assim sucessivamente; temos aumentado nosso uso de energia em uma quantidade extraordinária em apenas um par de séculos comparado com os milhares de milhões de anos de existência de nosso planeta... e da mesma forma poderia isto se aplicar a outras civilizações”.

O físico Freeman Dyson estima que, em um prazo não maior do que 200 anos, deveríamos alcançar plenamente a situação de Tipo I. Deste modo, crescendo a uma modesta taxa de 1% por ano, Kardashev estimou que levaríamos 3.200 anos para alcançar a situação de Tipo II, e 5.800 anos a situação de Tipo III.

Por exemplo, uma civilização de Tipo I é plenamente planetária, dominou a maioria de formas de energia de seu planeta. Sua produção de energia pode estar em ordem de milhares de milhões de vezes a produção atual de nosso planeta. Mark Twain disse uma vez: ”Todo mundo se queixa do clima, porém ninguém faz nada para mudá-lo“. Isto poderia mudar com uma civilização de Tipo I, a qual tenha suficiente energia para modificar o clima. Também teriam suficiente energia para alterar o rumo de terremotos, vulcões, e construir cidades nos oceanos.

Atualmente, nossa produção de energia nos qualifica para o estado de transição do Tipo 0 para a consolidação do Tipo I. Derivamos nossa energia não do aproveitamento de forças globais, mas da combustão de plantas mortas (por exemplo, petróleo e carbono). Porém, já podemos ver as sementes de uma civilização de Tipo I. Vemos o começo de uma linguagem planetária (Inglês), um sistema de comunicação planetário (Internet), uma economia planetária (a força da União Européia, por exemplo), e inclusive os começos de uma cultura planetária (meios de comunicação, TV, música rock, e cinema).

Por definição, uma civilização avançada deve crescer mais rápido que a freqüência de catástrofes que ameacem a vida. Como o impacto de um grande meteorito ou cometa tem lugar uma vez a cada poucos milhares de anos, uma civilização de Tipo I deve dominar a viagem espacial para desviar os escombros em um lapso de tempo que elimine o problema. As glaciações têm lugar em uma escala temporal de dezenas de milhares de anos: então civilização de Tipo I deve aprender a modificar o clima dentro deste marco temporal.



2ª. ParteAs catástrofes artificiais e internas devem ser também levadas em conta. Porém o problema da contaminação global é só uma ameaça mortal para uma civilização de Tipo 0; uma civilização de Tipo I que tenha vivido durante vários milênios como civilização planetária, necessariamente leva a cabo um desequilíbrio planetário em nível ecológico. Os problemas internos supõem uma ameaça séria recorrente, porém têm milhares de anos de existência nos quais podem resolver conflitos raciais, nacionais e sectários.

Finalmente, depois de vários milhares de anos, uma civilização de Tipo I esgotará a energia de um planeta, e derivará sua energia do consumo da completa produção de energia de seus sóis, ou aproximadamente mil bilhões de trilhões de ergs por segundo.

Com sua produção de energia similar a de uma pequena estrela, deveriam ser detectáveis desde o espaço. Dyson propôs que uma civilização de Tipo II poderia inclusive construir uma gigantesca esfera ao redor de sua estrela para usar de forma mais eficiente a produção de energia total. Desde o espaço exterior, seu planeta brilharia como um árvore de Natal. Dyson inclusive propôs buscar especificamente emissões de infravermelho (mais que as de rádio e TV) para identificar estas civilizações de Tipo II.

Talvez a única ameaça séria para uma civilização de Tipo II seria a explosão próxima de uma Supernova, cuja súbita erupção poderia chamuscar seu planeta com um fulminante jorro de Raios-X, matando todas as formas de vida. Desta forma, talvez a civilização mais interessante é a de Tipo III, por ser verdadeiramente imortal. Esgotaram a energia de uma estrela individual, e então alcançaram outros sistemas estelares. Nenhuma catástrofe natural conhecida pela ciência é capaz de destruir uma civilização de Tipo III.

Para enfrentar uma Supernova vizinha, teriam distintas alternativas, tais como alterar a evolução da gigante vermelha moribunda que está à beira de explodir, ou abandonar esse sistema estelar e terraformar um sistema planetário diverso.

Sem dúvida, há limites para uma civilização emergente de Tipo III. Finalmente, se chocaria com outra das “leis de ferro” da Física, a Teoria da Relatividade. Dyson estima que isto poderia ser um obstáculo para a transição a uma civilização de Tipo III de talvez milhões de anos.

Porém, mesmo com a barreira da velocidade luz, há um número de caminhos para expandir-se a velocidades próximas à da luz. Por exemplo, a última medida da capacidade dos foguetes se toma mediante algo chamado “impulso específico” (definido como o produto do empuxo e a duração, medidos em unidades de segundos). Os foguetes químicos podem alcançar impulsos específicos de várias centenas a milhares de segundos. Os motores iônicos podem obter impulsos específicos de dezenas de milhares de segundos. Porém para obter velocidades próximas à da luz, se deve alcançar um impulso específico de aproximadamente 30 milhões de segundos, o qual está muito longe de nossa capacidade atual, porém não para uma civilização de Tipo III. Uma variedade de sistemas de propulsão poderia estar disponível para sondas de velocidade extremas (tais como motores de fusão, motores fotônicos, etc.).

Devido a que a distância entre estrelas é tão enorme, e o número de sistemas solares não aptos para a vida seja tão grande, uma civilização de Tipo III se encontraria com o seguinte dilema: Qual é a forma mais eficiente de forma matemática para explorar as centenas de milhares de milhões de estrelas da galáxia?

Na ficção científica, a busca de mundos habitáveis tem sido imortalizada por heróicos capitães que comandam valentemente uma solitária nave estelar, ou como os assassinos Borg, uma civilização de Tipo III que absorve uma menor civilização de Tipo II (como a Federação). Sem dúvida, o método matematicamente mais eficiente para explorar o espaço é bastante menos glamouroso: enviar flotilhas de “sondas Von Neumann” através da galáxia (chamadas assim em homenagem a John Von Neumann, que estabeleceu as leis matemáticas dos sistemas auto-replicantes).

Uma sonda Von Neumann é um robô desenhado para alcançar sistemas estelares muito distantes e criar fábricas que reproduziriam cópias de si mesmas aos milhares. Uma lua morta é um destino ideal para uma sonda Von Neumann, muito mais que um planeta, devido a que se pode aterrissar e se lançar mais facilmente delas, e também devido a que estas luas geralmente não apresentam mais problemas de erosão. Estas sondas viveriam do solo, usando os depósitos naturais de ferro, níquel, etc., para criar a matéria prima com o que construiriam uma fábrica de robôs. Criariam milhares de cópias de si mesmos, com o qual poderiam dispersar-se e seguir a busca em outros sistemas estelares.

De forma similar a como um vírus coloniza um corpo com um tamanho de várias vezes o seu, finalmente teríamos trilhões de sondas Von Neumann expandindo-se em todas direções, crescendo a uma fração da velocidade da luz. Desta forma, inclusive uma galáxia de 100.000 anos-luz de tamanho poderia ser completamente analisada em, digamos, meio milhão de anos.

Se uma sonda Von Neumann só encontra evidências de vida primitiva (tais como uma inestável e selvagem civilização de Tipo 0) simplesmente permaneceria na lua, esperando em silêncio que a civilização de Tipo 0 evolucione a uma civilização estável de Tipo I. Depois de esperar pacientemente durante alguns milênios, se ativariam quando a emergente civilização de Tipo I seja o bastante avançada para estabelecer uma colônia lunar. O Físico Paul Davies da Universidade de Adelaide propôs a possibilidade de que uma sonda Von Neumann descansou em nossa lua, numa visita prévia a nosso sistema há milhares de anos atrás.



Fonte:http://cinciaeinvestigacao.blogspot.com/2009/09/fisica-das-civilizacoes.html

A Conquista do Espaço

 

A primeira viagem espacial foi feita em 1969, quando a nave norte-americana Apolo 11 pousou na Lua e permitiu que o homem pisasse no solo lunar pela primeira vez. Desde então o homem enviou satélites artificiais, para conhecer melhor o espaço sideral, mantém em órbita da terra estações espaciais, já tirou fotografias de Marte, Vênus e Júpiter. Mas tudo isso é apenas um grão de areia no meio de um imenso deserto. Conhecemos um pouco da Lua e de outros planetas que giram ao redor do sol, mas não sabemos quase nada sobre as outras estrelas e demais sistemas planetários, principalmente sobre as outras galáxias.

O universo se compõem de bilhões de galáxias e do espaço entre elas, é ainda pouco conhecido, e a astronomia o estuda para ensinar que o nosso mundo, o planeta terra, não está só. A terra é um planeta do sistema solar, que faz parte de nossa galáxia, que por sua vez é uma das muitas do imenso universo.

Fonte:Centro de Apoio

9 Casos Brasileiros de Aparição de OVNIS

 

01 - Antônio Vilas BoasEm 16 de outubro de 1957, em São Francisco de Sales, no Sul do Estado de Minas Gerais, o falecido lavrador Antônio Vilas Boas estava em seu trator, durante à noite, quando um disco voador pousou bem perto. Quando o Antônio pensou em sair correndo, se viu cercado por quatro tripulantes, que o agarraram e o levaram para dentro do disco voador. Após ter suas roupas retiradas, passaram uma espécie de creme em todo o seu corpo e também retiraram sangue do seu queixo, com o auxílio de uma espécie de agulha. Logo depois entrou uma mulher extraterrestre naquela sala e acabou tendo relação sexual com o Antônio. Após colocar as roupas, Antônio foi devolvido no mesmo lugar.


02 - Fortaleza de ItaipúNa noite de 03 de novembro de 1957, na Fortaleza de Itaipú, na Praia Grande, no Estado de São Paulo, um disco voador veio do Oceano Atlântico e parou em cima da Fortaleza. Ocorreu um "black out" elétrico em toda a região. O disco voador projetou uma luz avermelhada que atingiu dois sentinelas, os quais tiveram queimaduras de primeiro, segundo e terceiro grau. O estranho é que tais queimaduras não ocorreram nas partes expostas, como as mãos e o rosto e sim por debaixo da roupa. As Forças Armadas negam até hoje esse fato.


03 - Fotografias de Almiro BaraúnaFotografia tirada por Almiro Baraúna, na ilha Trindade-ES, à bordo do Navio Almirante Saldanha. Esta, entre outras sequências deste OVNI foi liberada à imprensa pelo Presidente Jucelino Kubitschek, em 1958.

Logo depois, em 16 de janeiro de 1958, Almiro Baraúna, à bordo do navio Almirante Saldanha, próximo à Ilha da Trindade, no Estado do Espírito Santo, fez quatro fotos de um disco voador, em forma de Saturno, com o testemunho de mais de cinqüenta marinheiros. As fotos foram reveladas à bordo do navio. As testemunhas confirmaram que as fotos eram do objeto que viram. Essas fotos foram liberadas à Imprensa com o aval da Marinha e do falecido Presidente da República Juscelino Kubitschek. Foi calculado que o objeto estava voando aproximadamente na velocidade de 900 Km/h, que tinha um diâmetro de 40 metros e 7 metros de altura. Bem mais tarde, a GSW analisou as fotos com computador e concluiu serem autênticas, tendo o objeto realmente grandes dimensões.


04 - Inácio e os ETsEm 13 de agosto de 1967, na fazenda Santa Maria, na cidade de Crixás, no Estado de Goiás, por volta das quatro horas da tarde, ainda de dia, o capataz Inácio, juntamente com sua esposa Maria, retornavam da cidade, quando avistaram um estranho objeto, em forma de bacia invertida, pousado no campo particular de pouso de aviões pequenos da fazenda. Inácio imaginou que era algum veículo novo do Exército sendo testado pelo dono da fazenda, Ibiracy de Morais, um rico fazendeiro, o qual foi presidente do Banco do Brasil. De longe, viram o que parecia três "crianças", ao lado do estranho objeto. Ao se aproximar mais, Inácio pensou que as "crianças" estavam nuas. Achou aquilo um afronto à sua mulher. Quando os seres viram o casal, passaram a correr em sua direção. Inácio, ao ver que eram estranhos seres, pegou sua espingarda e mirou na testa de um dos seres (Obs.- Ibiracy nos confidenciou que o Inácio conseguia acertar um pombo, em pleno vôo, a mais de 50 metros de distância, ou seja, era um exímio atirador). Na distância de 60 metros, o Inácio disparou e o ser caiu. No mesmo instante, um jato de luz verde, tipo laser, saiu do objeto e atingiu o ombro esquerdo do Inácio, o qual desmaiou na hora. Maria disse que os outros dois seres pegaram o terceiro ser no solo e o levou para dentro do disco voador, o qual levantou vôo em alta velocidade. Inácio foi atendido em um hospital de Goiana, Capital de Goiás. No local onde o raio verde atingiu o ombro do Inácio, ficou um eritema (mancha) que se espalhou pelo braço e pescoço. Inácio morreu 59 dias depois com leucemia. Não sabemos se o raio verde causou a leucemia, ou se o médico que assinou o atestado de óbito colocou leucemia por não saber o tipo de "doença" que matou Inácio.


05 - Caso Tiago MachadoEm 06 de fevereiro de 1969, o jovem Tiago Machado, residente na cidade de Pirassununga, no Estado de São Paulo, logo pela manhã, foi acordado por sua mãe, a qual disse que havia pousado uma estranha nave em um terreno baldio, não muito longe do local. Tiago se vestiu e foi até a rua verificar. Voltou correndo para casa e pegou o binóculo. Ao ver que realmente era uma nave diferente, Tiago resolveu ir até o local, distante aproximadamente mil metros. Ao chegar perto na nave, uma escotilha se abriu na parte superior e um ser saiu flutuando até chegar ao solo. Tiago, nervoso, acendeu um cigarro. O ser olhou de uma forma estranha e o Tiago ofereceu cigarros para o ser. O ser continuou olhando, na distância de aproximadamente seis metros. Tiago então jogou o maço de cigarros perto do ser. O ser aproximou a mão do maço. O maço flutuou e grudou na mão do ser, que a levou para a perna e o maço desapareceu. Nesse instante, os parentes e vizinhos resolveram se aproximar também, quando o ser flutuou e entrou na escotilha. Com um estranho aparelho, o ser disparou um "tiro" de luz que atingiu a coxa direita do Tiago, deixando-o completamente paralisado. A nave flutuou e desapareceu em alta velocidade. O Tiago foi socorrido no hospital da cidade e a AFA – Academia da Força Aérea – isolou o local do pouso e pesquisou a ocorrência.


06 - Caso Onílson PáteroEm 1973, Onílson Pátero estava retornando para sua residência, em Catanduva, uma cidade do interior do Estado de São Paulo, à noite, quando uma luz se aproximou e parou a uns dez metros de distância e uns seis metros de altura. Um filete de luz azul foi projetado sobre o carro, o qual ficou "transparente, onde Onilsom podia ver o motor através do sólido painel. A luz começou a esquentar o ambiente quando Onílson se retirou do carro e saiu correndo. Algo invisível o agarrou e ele desmaiou. Posteriormente foi levado para o hospital, e após vários exames, foi dispensado. Quase um ano depois, novamente Onílson estava retornando para sua casa, agora em 1974, quando novamente apareceu a nave e o abduziu. Onílson desapareceu. A família comunicou a polícia. Logo depois o seu carro foi encontrado. A mala com documentos, cheques e dinheiro estava intacta. A polícia desconfiou ser um assalto com assassinato e passou a procurar o corpo de Onílson. Cinco dias depois Onílson foi abandonado na cidade de Colatina, no Estado do Espírito Santo, a 1.000 Km de distância de Catanduva. Mesmo tendo permanecido cinco dias no interior de um disco voador, Onílson, mesmo sob hipnose, se recordou de algumas horas dentro daquela estranha nave.


07 - O Fenômeno Chupa-chupaEm 1977, na ilha de Colares, no Estado do Pará, os moradores eram atacados à noite por uma estranha luz que projetava um filete luminoso no peito das pessoas e desmaiavam. Quando acordavam estavam anêmicas. A Dra. Adelaide atendeu mais de 200 casos. O terror se espalhou pela cidade e cidades vizinhas, e os moradores não saiam mais à noite. Assim, a Aeronáutica Brasileira enviou vários militares para descobrir o que estava acontecendo. Esse evento foi conhecido como Operação Prato e foi comandada pelo Coronel Uyrangê Bolivar Soares Nogueira de Hollanda Lima. Fizeram centenas de fotos e vários filmes. Os militares tiveram avistamentos muito próximos. Quando o fenômeno cessou, os militares encerraram suas atividades. Para surpresa da Ufologia, em outubro de 1997, o Coronel Hollanda deu um depoimento detalhado aos pesquisadores Ademar José Gevaerd e Marco Antônio Petit – respectivamente editor e co-editor da Revista UFO brasileira. Infelizmente, todas as fotos e os filmes não foram liberados pela Aeronáutica.


08 - A noite oficial dos OVNIsEntre março e setembro de 1986, tivemos uma onda ufológica muito grande no Brasil. Em 19 de maio tivemos o pico máximo. O Operador da Torre de Controle de São José dos Campos - SP, o Segundo Sargento da Aeronáutica Sérgio Mota, logo após anoitecer, percebeu dois pontos luminosos no céu, o qual verificou não se tratar de estrelas. Mota acionou o centro de radares de Congonhas, o qual confirmou a presença de vários UFOs na região. No total foram 21 UFOs nos céus do Brasil naquela noite. Logo depois o CINDACTA I – Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo 1 – passou a rastrear tais objetos e o CODA – Centro Operacional de Defesa Aérea –, foi acionado e ficou de prontidão.

Nesse instante, o Coronel Ozires Silva estava retornando de Brasília, juntamente com o Comandante Alcir Pereira da Silva, a bordo de um avião Xingu. O Sargento Mota pediu a ele para ver se tinha contato visual. Orientado pelo radar, o Coronel Ozires passou a perseguir um desses objetos. Nesse dia, o Coronel Ozires tinha ido à Brasília, quando deixou a Presidência da Embraer e recebeu das mãos do Presidente José Sarney a Presidência da Petrobrás. O Coronel Ozires foi Ministro da Infra-estrutura no Governo do Fernando Collor.

Logo depois três caças F5 levantaram vôo da Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, e mais três caças Mirages levantaram vôo da Base Aérea de Anápolis, em Goiás. Perseguiram os 21 UFOs por quase três horas e depois retornaram. O piloto Capitão Aviador Márcio Brisola Jordão, piloto de F5, foi perseguido por 13 UFOs, seis de um lado e sete do outro lado. Depois que os caças retornaram às suas bases, o UFOs retornaram e deram um verdadeiro show aéreo sobre a cidade de São José dos Campos.

A maior surpresa foi o então Ministro da Aeronáutica Brigadeiro do Ar Otávio Júlio Moreira Lima, nos dias seguintes, ter vindo a público e falar abertamente sobre o ocorrido, inclusive colocando os pilotos e os operadores de radares à disposição da Imprensa. O Ministro prometeu um relatório em 60 dias, mas até hoje não foi liberado. Foi um momento histórico da Ufologia Brasileira – INESQUECÍVEL.


09 - Caso VarginhaSem sombra de dúvida, o caso mais importante da Ufologia Brasileira ocorreu em 20 de janeiro de 1996, na cidade de Varginha, no Estado de Minas Gerais. O pesquisador e advogado Ubirajara Franco Rodrigues, que mora em Varginha, tinha acabado de chegar de uma viagem, no dia 21, quando soube que três meninas haviam visto uma estranha criatura, a qual foi capturada pelos militares e levada para um hospital da cidade. Ubirajara iniciou a pesquisa e logo verificou que algo grande e sério havia ocorrido em sua cidade. Mais uns dias de pesquisas e logo se descobriu que os bombeiros capturam uma estranha criatura, no bairro do Jardim Andere, por volta das 10:30 da manhã do dia 20 de Janeiro de 1996, a qual foi levada embora pelos militares da ESA – Escola Preparatória de Cadetes do Exército Brasileiro.

No mesmo dia, por volta das 15:30 horas, A Kátia, a Liliane e a Valquíria, estavam retornando do trabalho quando viram uma estranha criatura, abaixada, próximo de um muro, em um terreno baldio. Pensando estar frente a frente com o Diabo, elas saíram correndo do local. No mesmo dia, já de noite, por volta das 20:00 horas, a Polícia Militar fez uma outra captura, cuja estranha criatura foi levada ao hospital Regional. De madrugada, essa criatura foi levada para o hospital Humanitas, da qual saiu morta no fim do dia 22 de Janeiro de 1996. Com o auxílio de um comboio militar, contendo três caminhões e vários carros, o Exército levou o corpo dessa criatura para a Cidade de Campinas, no Estado de São Paulo, onde o médico legista Dr. Fortunato Badan Palhares, junto com uma equipe especial, realizou inúmeros exames. Apesar de todas as autoridades, militares e civis, negarem os fatos, houveram muitas testemunhas, e com certeza, o Caso Varginha ainda vai ser muito comentado.



Fontes:http://www.professorberti.hpg.ig.com.br/OVNI.htm

9 Casos Brasileiros de Aparição de OVNIS

 

01 - Antônio Vilas BoasEm 16 de outubro de 1957, em São Francisco de Sales, no Sul do Estado de Minas Gerais, o falecido lavrador Antônio Vilas Boas estava em seu trator, durante à noite, quando um disco voador pousou bem perto. Quando o Antônio pensou em sair correndo, se viu cercado por quatro tripulantes, que o agarraram e o levaram para dentro do disco voador. Após ter suas roupas retiradas, passaram uma espécie de creme em todo o seu corpo e também retiraram sangue do seu queixo, com o auxílio de uma espécie de agulha. Logo depois entrou uma mulher extraterrestre naquela sala e acabou tendo relação sexual com o Antônio. Após colocar as roupas, Antônio foi devolvido no mesmo lugar.


02 - Fortaleza de ItaipúNa noite de 03 de novembro de 1957, na Fortaleza de Itaipú, na Praia Grande, no Estado de São Paulo, um disco voador veio do Oceano Atlântico e parou em cima da Fortaleza. Ocorreu um "black out" elétrico em toda a região. O disco voador projetou uma luz avermelhada que atingiu dois sentinelas, os quais tiveram queimaduras de primeiro, segundo e terceiro grau. O estranho é que tais queimaduras não ocorreram nas partes expostas, como as mãos e o rosto e sim por debaixo da roupa. As Forças Armadas negam até hoje esse fato.


03 - Fotografias de Almiro BaraúnaFotografia tirada por Almiro Baraúna, na ilha Trindade-ES, à bordo do Navio Almirante Saldanha. Esta, entre outras sequências deste OVNI foi liberada à imprensa pelo Presidente Jucelino Kubitschek, em 1958.

Logo depois, em 16 de janeiro de 1958, Almiro Baraúna, à bordo do navio Almirante Saldanha, próximo à Ilha da Trindade, no Estado do Espírito Santo, fez quatro fotos de um disco voador, em forma de Saturno, com o testemunho de mais de cinqüenta marinheiros. As fotos foram reveladas à bordo do navio. As testemunhas confirmaram que as fotos eram do objeto que viram. Essas fotos foram liberadas à Imprensa com o aval da Marinha e do falecido Presidente da República Juscelino Kubitschek. Foi calculado que o objeto estava voando aproximadamente na velocidade de 900 Km/h, que tinha um diâmetro de 40 metros e 7 metros de altura. Bem mais tarde, a GSW analisou as fotos com computador e concluiu serem autênticas, tendo o objeto realmente grandes dimensões.


04 - Inácio e os ETsEm 13 de agosto de 1967, na fazenda Santa Maria, na cidade de Crixás, no Estado de Goiás, por volta das quatro horas da tarde, ainda de dia, o capataz Inácio, juntamente com sua esposa Maria, retornavam da cidade, quando avistaram um estranho objeto, em forma de bacia invertida, pousado no campo particular de pouso de aviões pequenos da fazenda. Inácio imaginou que era algum veículo novo do Exército sendo testado pelo dono da fazenda, Ibiracy de Morais, um rico fazendeiro, o qual foi presidente do Banco do Brasil. De longe, viram o que parecia três "crianças", ao lado do estranho objeto. Ao se aproximar mais, Inácio pensou que as "crianças" estavam nuas. Achou aquilo um afronto à sua mulher. Quando os seres viram o casal, passaram a correr em sua direção. Inácio, ao ver que eram estranhos seres, pegou sua espingarda e mirou na testa de um dos seres (Obs.- Ibiracy nos confidenciou que o Inácio conseguia acertar um pombo, em pleno vôo, a mais de 50 metros de distância, ou seja, era um exímio atirador). Na distância de 60 metros, o Inácio disparou e o ser caiu. No mesmo instante, um jato de luz verde, tipo laser, saiu do objeto e atingiu o ombro esquerdo do Inácio, o qual desmaiou na hora. Maria disse que os outros dois seres pegaram o terceiro ser no solo e o levou para dentro do disco voador, o qual levantou vôo em alta velocidade. Inácio foi atendido em um hospital de Goiana, Capital de Goiás. No local onde o raio verde atingiu o ombro do Inácio, ficou um eritema (mancha) que se espalhou pelo braço e pescoço. Inácio morreu 59 dias depois com leucemia. Não sabemos se o raio verde causou a leucemia, ou se o médico que assinou o atestado de óbito colocou leucemia por não saber o tipo de "doença" que matou Inácio.


05 - Caso Tiago MachadoEm 06 de fevereiro de 1969, o jovem Tiago Machado, residente na cidade de Pirassununga, no Estado de São Paulo, logo pela manhã, foi acordado por sua mãe, a qual disse que havia pousado uma estranha nave em um terreno baldio, não muito longe do local. Tiago se vestiu e foi até a rua verificar. Voltou correndo para casa e pegou o binóculo. Ao ver que realmente era uma nave diferente, Tiago resolveu ir até o local, distante aproximadamente mil metros. Ao chegar perto na nave, uma escotilha se abriu na parte superior e um ser saiu flutuando até chegar ao solo. Tiago, nervoso, acendeu um cigarro. O ser olhou de uma forma estranha e o Tiago ofereceu cigarros para o ser. O ser continuou olhando, na distância de aproximadamente seis metros. Tiago então jogou o maço de cigarros perto do ser. O ser aproximou a mão do maço. O maço flutuou e grudou na mão do ser, que a levou para a perna e o maço desapareceu. Nesse instante, os parentes e vizinhos resolveram se aproximar também, quando o ser flutuou e entrou na escotilha. Com um estranho aparelho, o ser disparou um "tiro" de luz que atingiu a coxa direita do Tiago, deixando-o completamente paralisado. A nave flutuou e desapareceu em alta velocidade. O Tiago foi socorrido no hospital da cidade e a AFA – Academia da Força Aérea – isolou o local do pouso e pesquisou a ocorrência.


06 - Caso Onílson PáteroEm 1973, Onílson Pátero estava retornando para sua residência, em Catanduva, uma cidade do interior do Estado de São Paulo, à noite, quando uma luz se aproximou e parou a uns dez metros de distância e uns seis metros de altura. Um filete de luz azul foi projetado sobre o carro, o qual ficou "transparente, onde Onilsom podia ver o motor através do sólido painel. A luz começou a esquentar o ambiente quando Onílson se retirou do carro e saiu correndo. Algo invisível o agarrou e ele desmaiou. Posteriormente foi levado para o hospital, e após vários exames, foi dispensado. Quase um ano depois, novamente Onílson estava retornando para sua casa, agora em 1974, quando novamente apareceu a nave e o abduziu. Onílson desapareceu. A família comunicou a polícia. Logo depois o seu carro foi encontrado. A mala com documentos, cheques e dinheiro estava intacta. A polícia desconfiou ser um assalto com assassinato e passou a procurar o corpo de Onílson. Cinco dias depois Onílson foi abandonado na cidade de Colatina, no Estado do Espírito Santo, a 1.000 Km de distância de Catanduva. Mesmo tendo permanecido cinco dias no interior de um disco voador, Onílson, mesmo sob hipnose, se recordou de algumas horas dentro daquela estranha nave.


07 - O Fenômeno Chupa-chupaEm 1977, na ilha de Colares, no Estado do Pará, os moradores eram atacados à noite por uma estranha luz que projetava um filete luminoso no peito das pessoas e desmaiavam. Quando acordavam estavam anêmicas. A Dra. Adelaide atendeu mais de 200 casos. O terror se espalhou pela cidade e cidades vizinhas, e os moradores não saiam mais à noite. Assim, a Aeronáutica Brasileira enviou vários militares para descobrir o que estava acontecendo. Esse evento foi conhecido como Operação Prato e foi comandada pelo Coronel Uyrangê Bolivar Soares Nogueira de Hollanda Lima. Fizeram centenas de fotos e vários filmes. Os militares tiveram avistamentos muito próximos. Quando o fenômeno cessou, os militares encerraram suas atividades. Para surpresa da Ufologia, em outubro de 1997, o Coronel Hollanda deu um depoimento detalhado aos pesquisadores Ademar José Gevaerd e Marco Antônio Petit – respectivamente editor e co-editor da Revista UFO brasileira. Infelizmente, todas as fotos e os filmes não foram liberados pela Aeronáutica.


08 - A noite oficial dos OVNIsEntre março e setembro de 1986, tivemos uma onda ufológica muito grande no Brasil. Em 19 de maio tivemos o pico máximo. O Operador da Torre de Controle de São José dos Campos - SP, o Segundo Sargento da Aeronáutica Sérgio Mota, logo após anoitecer, percebeu dois pontos luminosos no céu, o qual verificou não se tratar de estrelas. Mota acionou o centro de radares de Congonhas, o qual confirmou a presença de vários UFOs na região. No total foram 21 UFOs nos céus do Brasil naquela noite. Logo depois o CINDACTA I – Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo 1 – passou a rastrear tais objetos e o CODA – Centro Operacional de Defesa Aérea –, foi acionado e ficou de prontidão.

Nesse instante, o Coronel Ozires Silva estava retornando de Brasília, juntamente com o Comandante Alcir Pereira da Silva, a bordo de um avião Xingu. O Sargento Mota pediu a ele para ver se tinha contato visual. Orientado pelo radar, o Coronel Ozires passou a perseguir um desses objetos. Nesse dia, o Coronel Ozires tinha ido à Brasília, quando deixou a Presidência da Embraer e recebeu das mãos do Presidente José Sarney a Presidência da Petrobrás. O Coronel Ozires foi Ministro da Infra-estrutura no Governo do Fernando Collor.

Logo depois três caças F5 levantaram vôo da Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, e mais três caças Mirages levantaram vôo da Base Aérea de Anápolis, em Goiás. Perseguiram os 21 UFOs por quase três horas e depois retornaram. O piloto Capitão Aviador Márcio Brisola Jordão, piloto de F5, foi perseguido por 13 UFOs, seis de um lado e sete do outro lado. Depois que os caças retornaram às suas bases, o UFOs retornaram e deram um verdadeiro show aéreo sobre a cidade de São José dos Campos.

A maior surpresa foi o então Ministro da Aeronáutica Brigadeiro do Ar Otávio Júlio Moreira Lima, nos dias seguintes, ter vindo a público e falar abertamente sobre o ocorrido, inclusive colocando os pilotos e os operadores de radares à disposição da Imprensa. O Ministro prometeu um relatório em 60 dias, mas até hoje não foi liberado. Foi um momento histórico da Ufologia Brasileira – INESQUECÍVEL.


09 - Caso VarginhaSem sombra de dúvida, o caso mais importante da Ufologia Brasileira ocorreu em 20 de janeiro de 1996, na cidade de Varginha, no Estado de Minas Gerais. O pesquisador e advogado Ubirajara Franco Rodrigues, que mora em Varginha, tinha acabado de chegar de uma viagem, no dia 21, quando soube que três meninas haviam visto uma estranha criatura, a qual foi capturada pelos militares e levada para um hospital da cidade. Ubirajara iniciou a pesquisa e logo verificou que algo grande e sério havia ocorrido em sua cidade. Mais uns dias de pesquisas e logo se descobriu que os bombeiros capturam uma estranha criatura, no bairro do Jardim Andere, por volta das 10:30 da manhã do dia 20 de Janeiro de 1996, a qual foi levada embora pelos militares da ESA – Escola Preparatória de Cadetes do Exército Brasileiro.

No mesmo dia, por volta das 15:30 horas, A Kátia, a Liliane e a Valquíria, estavam retornando do trabalho quando viram uma estranha criatura, abaixada, próximo de um muro, em um terreno baldio. Pensando estar frente a frente com o Diabo, elas saíram correndo do local. No mesmo dia, já de noite, por volta das 20:00 horas, a Polícia Militar fez uma outra captura, cuja estranha criatura foi levada ao hospital Regional. De madrugada, essa criatura foi levada para o hospital Humanitas, da qual saiu morta no fim do dia 22 de Janeiro de 1996. Com o auxílio de um comboio militar, contendo três caminhões e vários carros, o Exército levou o corpo dessa criatura para a Cidade de Campinas, no Estado de São Paulo, onde o médico legista Dr. Fortunato Badan Palhares, junto com uma equipe especial, realizou inúmeros exames. Apesar de todas as autoridades, militares e civis, negarem os fatos, houveram muitas testemunhas, e com certeza, o Caso Varginha ainda vai ser muito comentado.



Fontes:http://www.professorberti.hpg.ig.com.br/OVNI.htm

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Os segredos da matéria

Tornamos a encontrar na sua tese os conceitos filosóficos atuais tais como os ensina Robert Lissen nu­ma obra aparecida nas Edições Planeta: Espiritualidade da Matéria. Neste livro, o autor escreve:


"Pode-se dizer que Deus é matemático e que ele empregou, para a criação do Universo, matemáticas da espécie mais sublime". Einstein já dizia, observando a perfeição geométrica das trajetórias do átomo: "Deus não joga dados!"


Deus é, portanto, a precisão, a exatidão, a ordem e a verdade personificadas. René Jacques Mouton pre­cisa: "Não podemos ver nosso Pai Criador do qual somos as imagens, porque ainda não estamos identificados com seu Espírito. Seu olhar nos destruiria imedia­tamente e eis por que a santa Bíblia nos diz: "Ver a face de Deus, é morrer!" Esta não-identificação expli­ca-se pela irradiação espiritual negativa que emana da matéria inanimada, em conseqüência de sua origem espiritual. Efetivamente, esta matéria inanimada obe­dece à segunda lei da termodinâmica (Carnot Clausius) que pretende o nivelamento das temperaturas, das pressões, de toda descontinuidade física. Ora, esta lei é exa­tamente oposta ao princípio de Pauli que governa toda matéria viva e dá-lhe uma irradiação espiritual posi­tiva".


R. J. Mouton prossegue: "Os campos espirituais ligados à matéria têm efeito físico bem conhecido que é a base da teoria de Newton, sobre a gravitação uni­versal!"


Sir Isaac Newton descobriu que a atração de duas massas é proporcional ao produto destas duas massas e inversamente proporcional ao quadrado de suas dis­tâncias. Nosso peso terrestre é um caso particular desta lei que governa todos os astros do universo. Ninguém mais pôde descobrir depois a origem desta força. "Afir­mo de minha parte, diz o engenheiro Mouton, que ela é espiritual porque ela é anulada espiritualmente. Os fenômenos de levitação das mesas girantes, das cordas atiradas para o alto e que ficam assim retas, sem sus­tentação, são certamente provocados por médiuns espirituais. Os incidentes sobre o psiquismo são incontáveis e explicam os milagres.


"Vivemos na superfície de uma enorme massa de matéria inorgânica: a Terra. Esta influencia-nos espi­ritualmente no sentido negativo de uma igualação mor­tal. Sob essa influência é que vemos os homens perder sua virilidade e as mulheres sua feminilidade. A influên­cia planetária é coletiva, ao passo que a influência celeste espiritual é individualizante, portanto vivificante.


"A Terra, que é "mulher", destrói o homem que não se conforma à lei para apropriar-se dela. Ora, o homem terrestre é absolutamente incapaz de seguir es­tritamente a lei posta em evidência pelos profetas. As­sim, ele é destruído materialmente pela inteligência feminina, em vez de ser convertido espiritualmente pela inteligência masculina. Esta polarização negativa do planeta sobre o qual vivemos constitui a alma do globo: o Espírito Santo Negativo, isto é, Satã ou o Diabo.


"Quando os pensamentos negativos destruidores que emitimos entram em harmonia com nossa "Mãe" Terrestre, aumentamos sensivelmente as forças do mal, em sua potência. O Espírito Santo Negativo é o agente das destruições aqui embaixo. Influi inteligentemente sobre o psiquismo humano para o aterrorizar e o sub­meter. Podemos pois considerar que um cataclismo como o da Atlântida, descrito por Platão, isto é, o último dilúvio, desenrolou-se numa época em que os homens se tinham tornado depravados e maus e corresponde bem a uma realidade primária das leis da criação. A energia pensada de uma geração produz o seu vir-a-ser!


"Parece que um estreito paralelismo se manifesta entre as catástrofes ditas "naturais", geradas pelo "Es­pírito Santo Negativo", e a forma pensada, que domina as grandes organizações humanas. Deus é o criador do bem, e a Terra-Mãe, a destruidora do Mal!"


A "Serpente" fere a "Mulher" no calcanhar, mas esta lhe esmaga a cabeça, ensina-nos o simbolismo cabalístico. As pesquisas do engenheiro René Jacques Mouton confirmam em todos os pontos esta imagem simbólica, e provam-nos que os grandes mistérios es­condem, às vezes, dose muito grande de ciência.

Um extraterrestre envia um cartão de identidade a um brasileiro

O Jornal do Brasil, um diário muito sério, relatou, em primeira página, a 12 de agosto de 1965, que um camponês do Estado de São Paulo conversara com o piloto de um disco-voador. O camponês pescava tranquilamente às margens do Rio Paraíba, quando um visitante do espaço, de cerca de 70 cm de estatura e de olhos estranhamente brilhantes, o interpelou em Português. João do Rio, é o nome do pescador, foi autorizado pelo piloto do disco a relatar seu diálogo. Antes de tornar a subir em sua astronave, o extraterrestre en­tregou ao seu interlocutor um pedaço de metal desco­nhecido sobre a terra, para, disse ele, convencer os céticos. Como João era considerado homem muito sério, o laboratório de uma fábrica vizinha fez a análise deste curioso cartão de visita. Este cartão de visita deve ser certamente de uso corrente entre nossos visitantes do espaço, pois foi também uma tal peça metálica que dois pequenos homens de 80 cm de altura deram a 14 de agosto de 1965 a dois estudantes do Instituto Politécnico do México. Ali, também, a peça de metal foi estudada pelo laboratório da escola. Encontrou-se no ponto de aterrissagem um estranho líquido que poderia ser um combustível.


A este respeito, seja-nos permitido emitir uma hipótese sobre a qual, aliás, voltaremos. No mês de julho de 1965, constatou-se num vinhedo de Saint-Gervazy, localidade do Gard situada entre Nimes e Remoulins, que trinta parreiras traziam em suas folhas misteriosas queimaduras provocadas por gotículas de um produto gorduroso. Fato notável, o solo não apresentava nenhum traço deste líquido, e dos 7.000 pés de vinha, como acabamos de dizer, somente 30 pés agrupados em um canto foram atingidos. Podemos pensar num levanta­mento vegetal por extraterrestres neste vinhedo a partir de um engenho estacionado em ponto fixo. As marcas apontadas poderiam corresponder ao resultado de uma combustão, devida ao escapamento de resíduos.

OVNIS E ASTRONALTAS

Ontem estava lendo sobre missões espaciais que deram errado e pesquisando descobri varios fatos relacionados ao fracasso destas missões, os russos ou sovieticos n me lembro agora gravaram por mais de 2 horas uma espasonave alienigena que os observava e sem nenhum medo ou panico os astronautas disseram em alto e bom tom para os controladores da missão na terra exatamente isso estamos filmando uma espaçonave alienigena, isso e muito incrivel, outro fato muito interessate tambem ocorreu com os astronautas americanos que interceptaram pelo radio uma frequencia que os interrompeu no meio da conversa com os responsaveis pela missão na terra esse audio foi classificado como ultra secreto e ninguem sabia de sua existencia ate agora certo, no audio fala-se um dialeto incompriencivel para nos humanos, ate hoje os cientistas americanos estudam essa gravação.